Tuesday, August 16, 2011

Muitos fiéis e estudiosos voltam sua atenção de um modo muito especial imagepara o último livro da Bíblia, o Apocalipse. João, servo de Deus, recebeu de um anjo revelações sobre o tão falado fim dos tempos. “Bem-aventurados os que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” (Apocalipse 1:3)

João cita suas visões tais e quais as teve, cheias de simbolismos e alegorias, em uma linguagem altamente metafórica. E justamente aí vem uma grande confusão por parte de intérpretes da Bíblia: enquanto uns defendem que tudo é falado simbolicamente, outros defendem que o conteúdo tem de ser levado ao pé da letra – o que não diz respeito somente ao Apocalipse, mas a toda a Palavra Sagrada.

Há em Apocalipse a figura do anticristo, um líder mundial que, alegando querer manter a ordem, seria carismático a ponto de desviar os fiéis de Deus. O mesmo texto fala da “marca da besta”, uma distinção dada a todos os adoradores do reino do mal. Independentemente da raça ou da classe social, a citada nova ordem mundial impõe algo a todos os seres humanos, “… faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte…” (13:16) Tal marca seria obrigatória entre os conscientes e inconscientes seguidores da besta, com o aval da figura de autoridade do anticristo. A identificação seria usada como uma espécie de documento oficial, “para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca…” (13:17)

O chip subcutâneo

imageUltimamente, com o advento de aparatos tecnológicos que só existiam na ficção científica de pouco mais de 100 anos para cá, tem sido muito discutido o chip de identificação subcutâneo, um dispositivo eletrônico menor que um grão de arroz que, sob a pele, traz todas as informações de seu portador. O chip funcionaria mais ou menos como hoje funcionam os demais documentos convencionais: carteira de identidade, cartões de crédito e débito, crachás para entrada em empresas e instituições, entre outros. Mas também teria caráter de localizador: com o Sistema de Posicionamento Global (Global Positioning System – o famoso GPS), toda pessoa poderia ser localizada via satélite.

Os cientistas que elaboram o chip, que já está inoculado em algumas pessoas e animais para testes, alegam que ele seria muito útil para fins de resgate, por exemplo. Ao digitar o código do chip, o satélite mostraria onde está seu portador em meio a uma grande mata, ou mesmo em um centro urbano.

Chips em documentos

Na documentação tradicional, o microchip também já chegou. Cartões bancários e documentos de identidade já são elaborados com as pequenas peças de silício com todas as informações necessárias. Em alguns meses, começarão a ser distribuídas no Brasil as novas carteiras de identidade eletrônicas, com as informações escritas, como nas convencionais, com foto, mas também com o histórico do cidadão em um chip na sua extremidade.

Motivo de alarme?image

Cristãos de todo o mundo veem no chip subcutâneo e nas identidades com chip sinais de que seriam as tão faladas “marcas da besta” do Apocalipse. Muitos pensam, inclusive, em evitá-los. A série de filmes em longa-metragem “Deixados para Trás”, lançada pelo circuito independente norte-americano e muito popular no mercado de vídeo brasileiro, mostra o fenômeno sobrenatural do arrebatamento e a obrigatoriedade da implantação do chip, a ponto de que quem se recusasse a ele fosse preso pelas autoridades. Os filmes chegam a mostrar agentes do FBI aprisionando simples cidadãos que se negam a ter o chip sob a pele.

Especula-se que o aparelho funciona melhor no dorso da mão, ou na testa, o que até agora não foi oficialmente comprovado.

Parecer teológico

Segundo o teólogo e mestre em filosofia Jonas Madureira, não há qualquer indício na Bíblia de que os chips, em qualquer forma, sejam a tal “marca da besta” – pelo menos até agora. Acontece que o Apocalipse é um livro confuso até mesmo para os maiores estudiosos dos textos sagrados, cheio de enigmas e metáforas – como referido no início da matéria.

Madureira explica que muito dessa confusão se dá pelas diferentes correntes de estudiosos. “Enquanto um grupo, mais moderno, defende que muito na Bíblia está em forma de metáfora, de simbolismo, outra corrente mais tradicional afirma que tudo deve ser interpretado ao pé da letra”, esclarece o teólogo. Jonas explica que nas décadas de 20 e 30 do século passado, os liberais, que preferem a interpretação metafórica, ganharam destaque. Para contrariá-los, os fundamentalistas, mais tradicionais, defendem a literalidade dos textos bíblicos. Para completar o imbróglio, há também correntes que, embora não sejam liberais, aceitam a interpretação baseada no simbolismo.

Há quem ache realmente, mesmo nos círculos evangélicos, que os quase onipresentes chips de silício são o falado selo do anticristo. Outros defendem que a tal marca citada em Apocalipse não seria física, mas espiritual.

No tocante a ambas as interpretações, vale salientar que nada está comprovado e que qualquer informação não passa de especulação, embora estudos bastante sérios estejam em andamento.

Desde os tempos bíblicos, a marca que distingue o verdadeiro cristão está tanto em suas atitudes quanto em seu coração. Quem busca verdadeiramente a Deus tem seu futuro garantido, nestes tempos ou mesmo no fim deles.

De qualquer modo, uma dica final de João no próprio Apocalipse resume tudo o que foi dito no livro final da Bíblia: “… Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.” (22:17)

Será essa a marca da besta???

Saturday, August 13, 2011

Um novo artigo da "Trends in Cognitive Sciences" explora como os neurocientistas cognitivos estão se tornando cada vez mais interessados ​​em compreender a hipnose e a estão usando para simular estados incomuns de consciência no laboratório.

A Hipnose era tipicamente tratado com desconfiança pela ciência cognitiva, até que de um ponto de virada veio quando um estudo de 2000 demonstrou que as pessoas hipnotizadas para ver a cor cinza em painéis, mostraram atividades nas áreas de percepção da cor no cérebro.

Mitos sobre a hipnose ainda são comuns, mas a hipnose nada mais é do que a disposição de uma pessoa em um processo de sugestão. A indução hipnótica, com o esteriótipo do: contando de trás para frente e o "você está se sentindo sonolento", ajuda mas não é necessário.

Crucialmente, e por razões que ainda não estão claras, todos nós variamos em nossa capacidade de sermos hipnotizados. Esta característica é conhecida por ser mais estável do que o QI, e normalmente distribuído (estatisticamente), como muitos outros traços psicológicos.

Em outras palavras, todos nós podemos experimentar o relaxamento e concentração, e todos nós podemos imaginar o que o "hipnotizador" está sugerindo, mas apenas pessoas mais altamente hipnotizáveis ​​têm a experiência das sugestões como involuntária, como se estivessem acontecendo "sozinhas".

Pesquisas recentes têm sugerido que pessoas altamente hipnotizáveis ​​podem desassociar o processo que "olha para fora" quando têm demandas concorrentes de atenção, a partir de um processo que nos permite focar em qual das tarefas concorrentes precisamos fazer dentro de casa.

Em outras palavras, para pessoas altamente hipnotizáveis, sugestões para experimentar coisas contrárias à realidade cotidiana podem ser capazes de produzir efeitos porque o mecanismo normal de detectar e distinguir foi temporariamente suspenso.

Combinando sugestões cuidadosamente elaboradas, essa capacidade permite aos pesquisadores simular certos estados mentais em experiências no laboratório.

Por exemplo, hipnoticamente sugerir cegueira, paralisia ou perda de sensibilidade têm sido usados ​​para simular os sintomas da "histeria" ou distúrbio de conversão, uma condição em que os sintomas neurológicos aparecem sem qualquer dano ao sistema nervoso presente.

Outros estudos têm utilizado a hipnose para simular a sensação de que o corpo está sendo controlado por forças externas, um sintoma comum na psicose, ou em que o paciente pensa que seu reflexo no espelho é o de outra pessoa, uma ilusão chamada de "mirror misidentification".

Em 2008, pesquisadores usaram a hipnose para a amnésia psicogênica simulada, uma perda de memória apenas para informações antigas, apesar do fato de que os pacientes não tinham nenhuma das lesões cerebrais associadas com a síndrome de amnésia clássica.

Este artigo cobre as pesquisas em que a ciência tenta entender a hipnose por ela mesma, e a ciência que usa a hipnose como uma ferramenta de laboratório, é uma ótima introdução à pesquisa em neurociência nesta área de desenvolvimento.

Texto original: Mind Hacks

Profundamente dentro da Neurociência da Hipnose

Jasper Maskelyne entrou para a Engenharia Real Britânica assim que a Segunda Guerra Mundial começou. Ele imaginava que suas habilidades poderiam ser usadas na camuflagem. Ele convenceu os oficiais criando a ilusão de um navio de guerra alemão sobre o Tâmisa usando espelhos e um modelo.

Em janeiro de 1941, o General Archibald Wavell criou uma força-tarefa para subterfúgios e contra-espionagem. Maskelyne foi designado para servir nela e reuniu um grupo de 14 assistentes, incluindo um arquiteto, restaurador de arte, carpinteiro, químico, engenheiro elétrico, eletricista, pintor, e um construtor de cenários. Foi apelidada de "A Gangue Mágica" (The Magic Gang).

A Gangue Mágica construiu uma série de ilusões. Eles usaram telas pintadas e madeira compensada para fazer jipes parecerem tanques - e tanques parecerem caminhões. Eles criaram ilusões de exércitos e navios de guerra.
Sua maior ilusão era para esconder Alexandria e o desorientar os bombardeiros alemães contra o Canal de Suez . Ele construiu uma maquete com as luzes da noite de Alexandria em um compartimento de três quilômetros de distância com prédios, farois, e baterias anti-aéreas falsos. Para mascarar o Canal de Suez, ele construiu um cone de espelhos rotativos que criou uma disco em espiral de luzes com nove milhas de largura, destinado a desorientar os pilotos inimigos para que suas bombas caíssem fora do alvo.

Em 1942 ele trabalhou na Operação Bertram, antes da batalha de El Alamein. Sua tarefa era fazer Marechal alemão Erwin Rommel achar que os ataque estavam vindo do sul, quando o general britânico Bernard Montgomery planejou o ataque a partir do norte. No Norte, 1.000 tanques estavam disfarçados de caminhões. No sul, o Gangue Mágica criou 2.000 tanques falsos com uma convincente pirotecnia. Havia uma linha ferroviária falsa, conversas de rádio falsas, e falsos sons de construção. Eles também construíram um canal de água falso e fez parecer como se nunca estivesse pronto antes do ataque.
O Gangue Mágica foi dissolvida após a batalha e, embora Winston Churchill tenha elogiado seus esforços, Maskelyne não recebeu a valorização que desejava. Maskelyne tentou retomar sua carreira no palco depois da guerra, sem muito sucesso. Ele também publicou um livro sobre suas façanhas, Magic: Top Secret, em 1949. Em 2002 The Guardian disse: "Maskelyne não recebeu o reconhecimento oficial, para um homem vaidoso isso era intolerável, e ele morreu um bêbado amargurado. Ele dá a sua história uma pungência sem a qual seria um mero bater no peito...".

Para assistir ao programa The War Illusionist da History Channel no Youtube:

Jasper Maskelyne

 

imageNeste sábado, dia 13 de agosto, Serginho Groisman passará por momentos difíceis no palco do Altas Horas. O apresentador será serrado durante uma mágica de Mario Kamia, o ilusionista que treinou o ator Rodrigo Lombardi para a novela O Astro.

Durante a performance, Serginho Groisman implorou para que o tirassem da serra elétrica. “Tirem-me daqui!”, brincou o apresentador ao ser dividido ao meio. Depois da mágica, ele deixou a máquina intacto, pois tudo não passou de uma bela truque.
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Mario Kamia ainda fez outro número de ilusionismo, no qual é preso, com as mãos algemadas, dentro de um latão cheio d’água. Para a surpresa de toda a plateia, o ilusionista consegue se desvencilhar das algemas e se libertar do latão.

FONTE:http://altashoras.globo.com/AltasHoras/Internas/0,,MUL1669955-17069,00-MARIO+KAMIA+SERRA+SERGINHO+GROISMAN+AO+MEIO+DURANTE+MAGICA.html

Mario Kamia serra Serginho Groisman ao meio durante mágica

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Além do próprio Silvio Santos, poucas coisas lembram tanto o SBT como o “Chaves”. E nada mais propício do que celebrar os 30 anos da emissora com um remake dos famosos moradores da vila. Com a presença de artistas consagrados como Carlos Alberto de Nóbrega (Professor Girafales), Ratinho (Seu Barriga) e Christina Rocha (Dona Clotilde), o episódio escolhido foi o “Bilhetes Trocados”.


Com direção de Marcelo de Nóbrega, o remake conta, ainda, com a participação dos humoristas da “Praça é Nossa” Felipe Levoto (no papel de Seu Madruga), Marlei Cevada (Chiquinha), Renê Loureiro (Chaves) e Zé Américo (Kiko). Completa o time a parceira de palco do programa Silvio Santos Lívia Andrade, irreconhecível no papel da Dona Florinda.


“O alicerce do SBT é a linha de shows e ‘Chaves’ é isso. A ideia é muito boa, tanto que o Roberto Bolaños vem ao Brasil para participar do ‘Programa do Ratinho’ e vamos dar uma cópia do remake de presente como uma homenagem”, afirma Marcelo de Nóbrega. 

Sobre a saída de Marília Gabriela do projeto, Marcelo tentou não polemizar: “É de praxe ela não participar de nenhum programa da emissora. Por ser muito simpática, ela aceitou o convite, mas acho que depois que viu as cenas ficou assustada”, brinca.

imageMas enquanto uns recusam, outros se orgulham de fazer parte do remake. Lívia Andrade não esconde a satisfação de interpretar uma das mães mais famosas do showbiz. “Mesmo que fosse uma ponta no episódio, para ser a flor do Girafales, eu estaria feliz em participar. Vi o cenário e fiquei encantada, fui direto abrir a porta do 71”, conta.”


Christina Rocha é outra que não se intimidou com o convite para interpretar a Bruxa do 71. “Eu adorei! Porque a Chiquinha é meio abestada, a Dona Florinda com aquele rolo... A Clotilde é uma mulher que tem aquele vulcão dentro dela. Me coloquei no lugar de muitas mulheres que gostam de alguém e não são correspondidas.”


Carlos Alberto de Nóbrega, um dos funcionários mais antigos do SBT, vê semelhanças entre o programa que comanda na emissora e o dos colegas mexicanos. “Os dois são simples, sem pretenção de genialidade, criatividade ou modernismo. A única diferença é que a ‘Praça’ tem mais personagens e é mais atualizada. O humor do ‘Chaves’ é simples, é o feijão com arroz bem feito”, analisa.


O cenário da famosa vila do Chaves – incluindo o barril e as portas simples – é uma réplica do episódio original.  A responsável por isso foi a cenógrafa Michelle Corredacto. “Na gravação original cada episódio tem objetos diferentes. A bola do Kiko, por exemplo, é diferente em cada episódio.  Para esse cenário, eu me baseei somente no ‘Bilhete trocado’. Tive que assistir a alguns episódios e tirar as medidas, para que tudo ficasse idêntico às proporções do original”, explica.


O remake de “Bilhete Trocado” vai ao ar na próxima sexta-feira (dia 19), à noite, ainda sem horário definido. “Tomara que não seja junto com ‘Insensato Coração’ (o último capítulo vai ao ar nesse dia), porque senão vou ter que assistir a novela”, brinca Marcelo de Nóbrega. Tratando-se de SBT, é bem possível que o especial entre no ar logo após o término do folhetim.

 

 

FONTE: http://br.omg.yahoo.com/noticias/sbt-comemora-30-anos--com-regra%C3%A7%C3%A3o-de-%E2%80%98chaves%E2%80%99.html

SBT comemora 30 anos com regravação de ‘Chaves’

Friday, August 12, 2011

Ana Maria Braga apareceu por um truque de ilusionismo em seu programa hoje, dia 12/8. Esse foi o primeiro número de Issao Imamura, que participou de vários quadros e interagiu com a apresentadora durante toda a edição dessa sexta.
Entre os cinco números, um dos destaques foi o truque das borboletas, seguido da mensagem aos telespectadores: “Muitas vezes as pessoas reclamam da origem delas, muitas vezes eu também achava que minha origem ia limitar meu crescimento. Mas não é nossa origem que determina nosso destino, e sim as escolhas que fazemos”.
Para finalizar, Ana Maria e Issao dão as mãos e, juntos, desaparecem.

 Quer ver? Assista ao vídeo: 

Issao Imamura faz Ana Maria aparecer no programa Mais Você

Thursday, August 11, 2011

Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai. Mas a instituição de uma data para comemorar esse dia todos os anos é bem mais recente...

Em 1909, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington.

Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai.

O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.

O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro, foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas, como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.

Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Muitos países têm datas especiais para homenagear os pais. A Inglaterra e a Argentina também comemoram a data no terceiro domingo de junho. Na Itália e em Portugal, a homenagem acontece no Dia de São José, 19 de março. Na Austrália, é no segundo domingo de setembro. E na Rússia, no dia 23 de fevereiro

História do Dia dos Pais