Showing posts with label Tecnologia. Show all posts
Showing posts with label Tecnologia. Show all posts

Friday, October 5, 2012

Mind Map é de uma ferrameta visual para memorização. Pode ser utilizada para concursos, reuniões de brainstorms, e na resoluções de problemas. 



O sistema de diagrama dos mapas mentais  (Mind Map) funciona como uma representação gráfica das idéias que se organizam em torno de um determinado foco. Os mapas mentais funcionam exatamente como o cérebro, segundo Tony Buzan (idealizador da ferramenta). Quando um mapa mental é elaborado, cada parte do mapa é associada com o restante, criando conexões entre cada conceito.

A idéia é externalizar como está dentro da sua cabeça. Como nossa memória é associativa, tudo fica mais fácil de memorizar com esta simples técnica.

O vídeo abaixo ensina a construir um Mind Map, a visualização deta imagem é perfeita para se praticar um discurso.




Como criar um Mind Map

1 - Coloque o centro da idéia na parte central da folha;
2 - Idéias conectadas são ligadas por flechas;
3 - Detalhes dessa idéias são ligadas por palavras chaves

De preferência, use canetas ou lápis coloridos para facilitar a visualização da imagem.

Use figuras sempre que puder, e quanto mais importante for o conceito mais visual ele deve ser.
Alguns exemplos aqui.

Posts relacionados:
Como o cérebro armazena nossas memórias
Imagem revela como o cérebro é organizado
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Mind Maps - diagrama de mapas mentais

Monday, September 24, 2012

Incríveis Ilusões de Óptica Animadas!

Saturday, September 8, 2012

Stockholm com Charlie Caper e Erik Rosales

Thursday, July 26, 2012

Neurociência e Escolha Livre

Tuesday, July 17, 2012

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade.



Por Marco Túlio Pires em 16/07/2012

O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.

Philip Low: "Todos os mamíferos e pássaros têm consciência"Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:

Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito? Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.

Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência? Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

--
Alguns dados sobre Philip Low:

Adjunct Professor, Stanford School of Medicine Research Affiliate, MIT Media Lab
Winner, KAVLI Brain and Mind Innovative Research award
Winner, Draper Fisher Jurvetson Venture Challenge
Winner, UCSD Entrepreneurship Competition
Winner, CONNECT Most Innovative New Product
Top Young Innovator, Worldwide, MIT-TR35
Top 10 Most Innovative Companies in Health Care, Worldwide
Winner, Jacobs-Rady Pioneer Award for Global Innovation and Entrepreneurship
--

Dica dada no Facebook pelo meu amigo Ivan Mingireanov Filho.

Artigo horiginal: Revista Veja

Para saber mais sobre o Manifesto - Aqui

Link para post "Cientista tenta descobrir o que pensam os cães" - Aqui
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Manifesto de Cientistas Declara a Existência de Consciência em Animais

Wednesday, June 27, 2012

A ciência comprova: você é escravo do seu cérebro

por Salvador Nogueira
texto publicado na Super Interessante de setembro de 2008

Você se interessou pelo tema desta reportagem e, por isso, resolveu dar uma lida. Certo? Errado! Muito antes de você tomar essa decisão, a sua mente já havia resolvido tudo sozinha – e sem lhe avisar.

Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, colocou em xeque o que costumamos chamar de livre-arbítrio: a capacidade que o homem tem de tomar decisões por conta própria. As escolhas que fazemos na vida são mesmo nossas. Mas não são conscientes.

Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma seqüência aleatória de letras. Eles deveriam escolher uma letra e apertar um botão quando ela aparecesse. Simples, não? Acontece que, monitorando o cérebro dos voluntários via ressonância magnética, os cientistas chegaram a uma descoberta impressionante. Dez segundos antes de os voluntários resolverem apertar o botão, sinais elétricos correspondentes a essa decisão apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro que controlam a tomada de decisões.

“Nos casos em que as pessoas podem tomar decisões em seu próprio ritmo e tempo, o cérebro parece decidir antes da consciência”, afirma o cientista John Dylan-Haynes. Isso porque a consciência é apenas uma “parte” do cérebro – e, como a experiência provou, outros processos cerebrais que tomam decisões antes dela.

Agora os cientistas querem aumentar a complexidade do teste, para saber se, em situações mais complexas, o cérebro também manda nas pessoas. “Não se sabe em que grau isso se mantém para todos os tipos de escolha e de ação”, diz Haynes. “Ainda temos muito mais pesquisas para fazer.” Se o cérebro deles deixar, é claro.

A pessoa decide 

O voluntário precisa tomar uma decisão bem simples: escolher uma letra. Enquanto ele faz isso, seu cérebro é monitorado pelos cientistas

1. Observa a tela... 
O voluntário olha para uma seqüência de letras, que vai passando em ordem aleatória numa tela e muda a cada meio segundo.

2. Escolhe uma letra... 
Na mesa, existem dois botões: um do lado esquerdo e outro do lado direito. O voluntário deve escolher uma letra – e, quando ela passar na tela, apertar um desses dois botões.

3. E aperta o botão.
Pronto. A experiência terminou. O voluntário diz aos pesquisadores qual foi a letra que escolheu e em que momento tomou a decisão.

Mas o cérebro já resolveu 

Bem antes de a pessoa apertar o botão, ele toma as decisões sozinho

10 segundos antes
Os córtices medial e frontopolar, que controlam a tomada de decisões, já estão acesos – isso indica que o cérebroestá escolhendo a letra.

5 segundos antes 
Os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo, estão ativos. Olhando a atividade deles, é possível prever se a pessoa vai apertar o botão direito ou o esquerdo.


E já é possível prever pensamentos

Além de provar que o livre-arbítrio não existe, a neurociência acaba de fazer outro enorme avanço: pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, construíram um computador capaz de ler pensamentos. Ou quase isso.

Cada voluntário recebeu uma lista de palavras sobre as quais deveria pensar. Enquanto ele fazia isso, um computador analisava sua atividade cerebral (por meio de um aparelho de ressonância magnética). O software aprendeu a associar os termos aos padrões de atividade cerebral – e, depois de algum tempo, conseguia adivinhar em quais palavras as pessoas estavam pensando.

O sistema ainda tem uma grande limitação – ele só consegue ler a mente de uma pessoa se ela estiver totalmente concentrada. O que nem sempre é fácil. “Às vezes, no meio da experiência, o estômago de um voluntário roncava, ele pensava ‘estou com fome’”, e isso embaralhava o computador, conta o cientista americano Tom Mitchell, responsável pelo estudo. (para conhecer este tipo de experimento)
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

O Livre Arbítrio Não Existe

Thursday, June 21, 2012

'Cyberilusionista' revela truques que mesclam mágica e tecnologia

Friday, June 8, 2012

A edição de abril de 1924 da revista Science and Invention publicou um artigo de Hugo Gernsback, editor da revista, que analisou as diferentes formas "científicas" de determinar se o casamento terá sucesso ou fracassará.

Quanto poderia um homem ou mulher comum saber de antemão se a sua vida de casado é propenso a ter sucesso ou fracasso? Atualmente, o casamento é uma loteria. Parece impossível prever de antemão como seu parceiro irá se apresentar no futuro. Através de determinados fundamentos, que podem facilmente ser determinados, uma pessoa pode ter com uma razoavel certeza quanto a sua escolha. Tomamos muito cuidado na criação de cavalos, cães e gatos, mas quando se trata de nós mesmos, somos extremamente descuidados e não usamos a cabeça, nem os meios que a ciência coloca em nossas mãos para uma procriação científica. Existem alguns testes básicos que podem ser feitos hoje e que podem dar uma garantia razoável a felicidade conjugal.

No artigo, Gernsback explica quatro diferentes testes que podem ser feitos a um casal de forma a determinar cientificamente se uma união irá funcionar.

1) Teste de Atração Física

De acordo com Gernsback, atração física é o elemento mais importante para um casamento bem sucedido. Ele explica que, a fim de medir o nível de atração física em um casal de um pelo outro, os eletrodos devem ser anexados ao pulso de cada pessoa de modo que um "sismógrafo elétrico" possa gravar o seu pulso. Em seguida, uma corrente é enrolada ao redor de seus peito para medir sua respiração:

... Em torno do peito de cada um é uma corrente que é fixado a uma peça de mola coberto por um tubo de borracha. Uma extremidade do tubo é selado, e a outra conectada a um manômetro e também para um tambor com uma caneta. A caneta deixa um registro em uma fita de papel em movimento mostrando a taxa de respiração.

Essencialmente, se os houver um aumento na variação do pulso e uma aceleração na respiração, enquanto abraçar ou beijar o seu parceiro, Gernsback alega que esta é uma evidência científica de atração física.

2) Teste de Simpatia 

O teste de simpatia envolve um dos parceiros a assistir o outro passar por algo ligeiramente traumático, como ter seu sangue coletado. Na ilustração acima, a jovem vê seu parceiro e se as contrações musculares e inalações bruscas, "devido à excitação", são frenéticos o suficiente, então ela deve ser suficientemente simpática a ele como parceiro.

3) Teste de Odor do Corpo

Curiosamente, Gernsback afirma que casamentos são provavelmente destruídos mais por odores corporais do que qualquer outra causa. Durante o teste de odor corporal, o conjuge deve para sentir o cheiro do outro ("não é uma experiência agradável", opina Gernsback) que é colocado dentro de uma cápsula grande com uma mangueira que sai do topo. A mangueira é levado para o nariz da outra pessoa, e se o odore não forem muito desaprovado (de novo, medido por meio de dispositivos amarradas ao peito e punho), a compatibilidade romântica é considerada segura.

4) Teste de Distúrbio Nervoso

De acordo com Gernsback é importante que pelo menos um parceiro possa manter a calma sob pressão. O teste de distúrbio nervoso é talvez o mais divertido na medida em que se imagina um homem (vamos chamá-lo Professor Sixshooter) dispara um tiro de surpresa no ar. A "reação nervosa" de ambos os conjuges é gravado em fita e se ambos ficam muito assustados "o casamento não deve acontecer".

Eu não sei quanto a você, mas eu ficaria um pouco preocupado se o meu parceiro não ficasse surpreso ao som de um tiro.

Fonte: Smithsonian.com
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Casando Cientificamente

Sunday, May 27, 2012


Durante muito tempo escutei que um mágico profissional deve escrever sua apresentação em forma de roteiro, que tem que contar histórias quando faz a sua mágica e, sempre que possível, deve contar algo pessoal durante uma apresentação.

São 3 pensamentos interessantes que estão intimamente conectados.

Vou começar soltando uma bomba: As pessoas não vão ao seu show para ver as suas habilidades, elas vão para ter uma experiência. Sim, foi isso mesmo que você leu. O seu trabalho é fornecer essa experiência para a platéia.

Richard Ostelind escreveu: “Mágica é a arte do impossível, endereçado ao contínuo dilema humano de maneira artística. (...) Porque o mágico opera nas mesmas restrições e fronteira da humanidade, seu efeito representa uma esperança para todos nós.”

Quando estamos apresentando nossa mágica, transportamos nosso público para longe de suas vidas. Naquele momento, eles esquecem das contas que tem que pagar, da reunião que terão com o chefe no dia seguinte, ou na viagem que não gostariam de fazer no final de semana. Eles estão lá para se divertir (achou que era coincidência a palavra diversão ter o mesmo radical que divergir ?).

O público quer ver algo especial, um personagem que saiba o que está fazendo, que transmita confiança. Mas como passar uma confiança procurando um gimmick no palco? Toda vez que você fala hãaaas, hummms tentando lembrar o que deve falar ou fazer, você os trás de volta para o mundo em que eles vivem.

Todos conhecem a frase “O mágico é um ator que representa um mágico” (Robert Houdin). E você acha que um ator vive num palco sem roteiro? Sem um ensaio? Todos os grandes comediantes (que parecem estar improvisando no palco) têm seu script na ponta da língua. Porque a improvisação deve vir dentro de uma estrutura segura. Hoje considero fundamental a escrita do roteiro das minhas apresentações. O estudo minucioso da movimentação em palco durante a produção do roteiro, e seu respectivo ensaio.

Agora vem uma parte importante. Para isso, vou citar Eugene Burger: “A experiência da mágica envolve uma conexão mental entre o truque mágico e outras concepções emocionais, experiências, sonhos, esperanças, ambições, medos, pesadelos...”

Quando escrever uma rotina, pergunte-se: O que o público irá ver de especial no início dela que o instigará? No início de cada ato, é importante chamar a atenção da platéia para o efeito, com o risco de que, do contrário, estaremos apresentando apenas um truque. Por isso é tão importante a fala introdutória em cada mágica, para criarmos a conexão efeito-emoção e fugir da apresentação quebra-cabeça. O público deve se conectar emocionalmente com o que está sendo apresentado.

Para escrever o roteiro em formato padrão de teatro, eu uso um software gratuito, que é fácil, e intercambiável com o Word e PDF: o Celtx.
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página
Recomendo.

Roteiro em Celtx

Friday, May 25, 2012

Projeto permite que pacientes paralisados controlem braço mecânico com a mente

Monday, May 14, 2012

Os segredos de um objeto considerado o computador mais antigo do mundo foram revelados com o uso de um equipamento de Raio X. 




O mecanismo Antikythera, como é conhecido, tem cerca de 2 mil anos e foi encontrado em 1901 quando um grupo de mergulhadores chegou a um antigo navio romano naufragado na costa da Grécia.

O objeto tem o tamanho aproximado de um laptop moderno e, dentro dele, estão várias rodas de transmissão e engrenagens.

Cientistas encontraram 27 engrenagens em antigo mecanismo

Ele teria sido usado para prever eclipses solares e, de acordo com descobertas recentes, o mecanismo também servia para calcular as datas de Olimpíadas na Grécia Antiga.

A equipe internacional de cientistas conseguiu juntar em um computador mais de 3 mil projeções de Raios X, montando um Raio X em 3D.

Com estas imagens, os cientistas conseguiram compreender o mecanismo e suas engrenagens.

Fonte: BBC Brasil.
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Cientistas desvendam segredos de 'computador' de 2 mil anos

Thursday, May 10, 2012

Cientista tenta descobrir o que pensam os cães

Tuesday, May 8, 2012

Aprender uma segunda língua pode aumentar o poder do cérebro, segundo pesquisadores americanos.


bilingue

Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro - uma "ginástica" mental que apura a mente. Falar duas línguas afeta profundamente o cérebro e muda a forma como o sistema nervoso reage ao som, segundo revelaram testes de laboratório.

Especialistas dizem que o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences fornece evidências "biológicas" para isso. A equipe de pesquisadores monitorou as respostas do cérebro de 48 estudantes voluntários saudáveis - 23 dos quais bilíngues - a sons diferentes. Foram usados eletrodos no couro cabeludo para traçar o padrão das ondas cerebrais.

Sob condições laboratoriais silenciosas, os dois grupos - o bilíngue e o de alunos que somente falavam inglês - responderam da mesma forma. Mas em um contexto de conversa barulhenta, o grupo bilíngue foi muito superior em processar os sons. Eles eram mais capazes de sintonizar informações importantes - a voz do orador - e bloquear outros ruídos que distraem - as conversas de fundo.

'Poderoso' benefício 


As diferenças de resposta dos dois grupos foram visíveis no cérebro. As reações do tronco cerebral dos que falam duas línguas foram intensificadas. De acordo com a professora Nina Kraus, que coordenou a pesquisa, "a experiência do bilíngue é aprimorada, com resultados sólidos em um sistema auditivo que é altamente eficiente, flexível e focado no seu processamento automático de som, especialmente em condições complexas de escuta".

A pesquisadora e co-autora do estudo Viorica Marian disse: "As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que temos descoberto em falantes de mais de uma língua vêm simples e automaticamente de conhecerem e usarem dois idiomas". "Parece que os benefícios do bilingüismo são particularmente poderosos e amplos, e incluem a atenção, seleção e codificação de som", completou.

Músicos parecem ganhar um benefício semelhante quando ensaiando, dizem os pesquisadores.Pesquisas anteriores também sugerem que ser bilíngue pode ajudar a afastar a demência.

Fonte: BBC Brasil.
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Aprender segunda língua pode aumentar poder do cérebro, dizem cientistas

Saturday, May 5, 2012

Eric Mead: A Magia do Placebo

Tuesday, May 1, 2012

Uma imagem híbrida é uma imagem que vista de longe parece uma coisa, de perto parece outra.


imagem_superman
Olhando para a imagem de uma curta distância, pode-se ver uma imagem de 
Clark Kent com uma pequena distorção embaçada, sugerindo a presença de uma imagem sobreposta. Visto de uma longa distância, 
com borrões em detalhes finos, surge o Super-homem.

Uma imagem híbrida, ou hybrid image, é uma imagem que é percebida de duas maneiras diferentes, dependendo da distância de visualização, com base no modo como os humanos processam a entrada visual. Imagens híbridas combinam as baixas frequências espaciais de uma imagem com as altas frequências espaciais de outra imagem, produzindo uma imagem com uma interpretação que muda com a distância de visualização.

Instruções para construir uma imagem híbrida: Aqui.
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Imagem Híbrida

Wednesday, April 11, 2012

Um psicólogo e ilusionista britânico quer descobrir se é possível influenciar o conteúdo dos sonhos das pessoas.


Por isso, Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, em Hatfield, na Inglaterra, está convidando voluntários a participar de um experimento inusitado.
Os participantes baixam em seus telefones celulares um aplicativo criado especialmente para o experimento.

O programa reproduz sons agradáveis - como o canto de pássaros em florestas ou sons de ondas do mar banhando suavemente as areias de uma praia - enquanto a pessoa dorme.

O objetivo é tentar fazer com que ela tenha bons sonhos.

Em Massa

Wiseman lançou o experimento durante o Edinburgh International Science Festival, um festival de ciência em Edimburgo, na Escócia.

Ele espera que milhares de pessoas participem, mas em vez de recrutar voluntários, está convidando os interessados a baixarem o aplicativo e contribuírem para o seu "experimento de participação em massa".

O aplicativo, chamado 'Dream:ON', monitora os movimentos do usuário para saber se ela já começou a sonhar. A partir desse ponto, começa a tocar os sons.

Quando a pessoa deixa de sonhar, o aplicativo toca um alarme suave. Nesse ponto, o voluntário acorda e envia uma descrição de seu sonho para o arquivo do experimento, batizado de 'Dream Catcher' (em tradução livre, 'Capturador de Sonhos').

Ao apresentar seu experimento, Wiseman disse que uma boa noite de sono com bons sonhos melhora a produtividade das pessoas e é essencial para seu bem estar físico e psicológico.

Apesar disso, sabe-se pouco sobre como influenciar os sonhos, afirmou ele.

O psicólogo espera que seu experimento ajude a mudar tal cenário.

Wiseman, autor de bestsellers, pesquisa temas como a psicologia da sorte, da auto-ajuda, da persuasão e da ilusão.

Outro post sobre Richard Wiseman

Fonte: BBC Brasil
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Psicólogo lança projeto para testar se é possível influenciar sonhos

Monday, April 9, 2012

Um conto mágico (com realidade aumentada)

Thursday, March 29, 2012

Registro mostra estrutura tridimensional, como uma grade curvada. Descoberta desvenda conexão entre todas as partes do cérebro.


Esqueça aquela ideia de que "o lado direito do cérebro faz assim" e o "lado esquerdo do cérebro faz assado". Um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela revista “Science” mostra que o cérebro humano não tem "lados" nem é isolado na hora de realizar tarefas. Ele é todo interligado e não existem áreas específicas para funções específicas.

O mesmo padrão de organização foi observado no cérebro humano e também no de macacos. Segundo os pesquisadores, os sinais que correm pelo cérebro se ordenam em uma estrutura tridimensional, como uma "grade curvada". Em resumo, o cérebro não é um emaranhado de fios separados, mas uma rede interligada.

Foto: Cérebro visto como uma grade curvada, em imagem feita por estudo publicado
MCH-UCLA Human Connectome Project

“A velha imagem do cérebro como um emaranhado com milhares de fios separados e desconectados não fazia sentido do ponto de vista evolutivo”, afirmou Van Wedeen, autor do estudo, em material de divulgação do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, onde ele trabalha.

“Como a seleção natural levaria cada um destes fios a configurações mais eficientes e vantajosas? A grande simplicidade desta estrutura em grade é o motivo pelo qual ele [o cérebro] consegue acomodar as mudanças aleatórias e graduais da evolução”, concluiu o pesquisador.

Fonte: G1

Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Imagem revela como o cérebro é organizado

Tuesday, March 27, 2012

São sons que trabalham em duas frequencias diferentes, e se você usar um fone de ouvido vai ouvir cada frequencia em um ouvido diferente, as duas juntas formam o som binaural.


Cada faixa de frequência mental está associada a um tipo de atividade. Estas frequências podem ser obtidas por eletroencefalografia:


A idéia é que determinados sons possam induzir estados mentais específicos através da construção específica dessas ondas.

Binaural Beat é um fenômeno que o cérebro produz pela mescla duas frequências diferentes, uma em cada ouvido. Por exemplo, 300 Hz em um ouvido e 310Hz no outro, então o Binaural teria uma frequência de 10 Hz (310-300). Isso é feito pelo seu cérebro, a diferença de frequência pode ser de até 30Hz.


Isocrônicos são pulsações que ligam e desligam em regularmente. A quantidade de pulsações por segundo indica a frequência. Por exemplo, 10 pulsações por segundo induziria no cérebro uma frequência de 10Hz. Isso excita o Tálamo e faz com que o cérebro passe a imitar a frequência dos toques Isocrônicos, alterando sua atividade cerebral. São similares aos Monaurais, exceto que estes são um pulso de onda senoidal, em vez de pulsos totalmente separadas de um único tom.


Esta nova prática é chamada de i-Dosing, e requer um par de fones de ouvido e alguma coisa para tocar música. Os defensores do i-Dosing dizem ter sensações de êxtase causados pelo efeito Binaural Wave.
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Binaural Waves

Wednesday, February 15, 2012

Marco Tempest: Realidade aumentada, tecno-mágica