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Friday, October 5, 2012

Mind Map é de uma ferrameta visual para memorização. Pode ser utilizada para concursos, reuniões de brainstorms, e na resoluções de problemas. 



O sistema de diagrama dos mapas mentais  (Mind Map) funciona como uma representação gráfica das idéias que se organizam em torno de um determinado foco. Os mapas mentais funcionam exatamente como o cérebro, segundo Tony Buzan (idealizador da ferramenta). Quando um mapa mental é elaborado, cada parte do mapa é associada com o restante, criando conexões entre cada conceito.

A idéia é externalizar como está dentro da sua cabeça. Como nossa memória é associativa, tudo fica mais fácil de memorizar com esta simples técnica.

O vídeo abaixo ensina a construir um Mind Map, a visualização deta imagem é perfeita para se praticar um discurso.




Como criar um Mind Map

1 - Coloque o centro da idéia na parte central da folha;
2 - Idéias conectadas são ligadas por flechas;
3 - Detalhes dessa idéias são ligadas por palavras chaves

De preferência, use canetas ou lápis coloridos para facilitar a visualização da imagem.

Use figuras sempre que puder, e quanto mais importante for o conceito mais visual ele deve ser.
Alguns exemplos aqui.

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Mind Maps - diagrama de mapas mentais

Friday, September 28, 2012

Nesta rotina eu consegui visualizar exatamente a teoria de Tommy Wonder.





"Há algo muito importante no teatro, é a emoção,
e neste ato*, em cada momento há uma emoção.

A emoção permite ao espectador
 sentir exatamente o que ele está sentindo 
ou o que ele quer passar,
 e permite transportá-lo a experiência da mágica.

É claro que emoção é algo estático, 
cai rapidamente,
é preciso passar de uma emoção para outra.

 E a melhor maneira motor para empurrar uma emoção
é através do conflito.

E em toda esta rotina há o conflito:
o conflito do mundo ao seu redor."

- Tommy Wonder em Visions of Wonder vol.2


*Tommy Wonder se referia a rotina de Cardini (esta), mas é exatamente o que podemos observar nesta soberba execução do Cláudio Mayrink.

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Magic Troupe e a teoria de Tommy Wonder

Thursday, September 27, 2012

Por que não participar de programas de talentos

Sunday, September 23, 2012

"... então o acesso a ferramentas já não é suficiente. Todo mundo tem que competir com acesso a uma câmera, um teclado, uma guitarra. Só porque você sabe como usar um pedaço de software ou um dispositivo não significa que não é um amador que estaria disposto a fazê-lo gratuitamente, ou um que estaria disposto a fazê-lo por menos.

então ... dizer "Como você se atreve" não é mais uma maneira útil de convencer a noiva de seu amigo para se afastar, pedindo para tirar fotos do casamento; ou conseguir o apoio de um local público, para colocar o seu flyer de gala; ou para se manter como uma estrela do rock convidando voluntários para o palco.

... então você deve encontrar e liderar uma tribo, construir uma base de pessoas que querem que você, e somente você, e estariam dispostos a pagar por isso.

... então você precisa desenvolver habilidades e uma reputação dessas habilidades que deixam de maneira clara (o suficiente) para as pessoas que uma solução amadora não seria bom o suficiente, porque você é muito melhor e que vale muito mais.

... então você deve se escolher, e se reservar, e se divulgar, e ficar de pé, e fazer o seu trabalho, e fazê-lo de uma forma para a qual não há substitutos.

É verdade, se alguém quer um trabalho profissional, então ele vai ter que contratar profissionais. Mas também é verdade que amadores estariam felizes em fazer o trabalho que profissionais seriam contratados para fazer, o melhor (e único) caminho para ser pago é redefinir a própria natureza do trabalho profissional.

A escassez é uma grande coisa para aqueles que possuem algo que é escasso. Mas quando a escassez vai embora, você vai precisar mais do que isso."


Seth Godin é um pensador americano, e escritor de livros bestsellers sobre marketing (ciência que estuda produtos e suas relações com os consumidores). Um gênio que prevê, com 10 anos de antecedência, mercados e tendências.

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Se você quer ser pago pelo seu trabalho freelance

Friday, September 7, 2012

A associação de sentimentos a diferentes características tonais parte de nossa percepção da fala



Tente buscar na memória uma melodia que é capaz de mudar seu humor – é muito provável que a distância entre as notas seja a grande responsável pelas emoções despertadas, segundo estudo publicado na Plos One. O neurocientista Daniel Bowling, da Universidade Duke, analisou os intervalos, ou distâncias entre as notas, em melodias de música clássica ocidental e de ragas indianos e descobriu que, nos dois tipos de música, o tamanho do intervalo médio é menor em melodias associadas à tristeza e maior em melodias ligadas à alegria.

Bowling cita como exemplo dessa variação a Sonata ao Luar, um clássico do compositor alemão Ludwig van Beethoven. A melodia da primeira parte da peça, que envolve um pequeno conjunto de notas, evoca melancolia para a grande maioria dos voluntários que a ouvem. Já a segunda parte, mais alegre, compreende intervalos maiores entre as notas. Segundo o neurocientista, a música imita os padrões naturais de nosso instrumento mais primitivo: a voz. Para testar essa teoria, ele gravou 40 pessoas falando – metade delas em inglês e o restante em tâmil, um dialeto indiano. Ele observou que as emoções eram relacionadas a padrões melódicos semelhantes: quanto mais monótona a execução da fala, mais triste ela era considerada. “A associação de emoções a diferentes características tonais partiu de nossa percepção da fala”, diz Bowling.

Artigo Original: Revista Mente e Cérebro

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Emoções transparecem da mesma forma na música e na voz

Wednesday, September 5, 2012

Cientistas da NASA voltaram sua atenção dos mistérios do cosmos para uma área mais esotérica de pesquisa: o que acontece quando você droga uma aranha.


Os experimentos mostraram que as aranhas comuns de casa giram suas teias de maneiras diferentes de acordo com a droga psicotrópica que foi aplicada. Aranhas sobre o efeito da maconha faz uma estrutura razoável na fiação das teias, mas pareceu perder a concentração sobre a meio. Aquelas que foram drogadas com Benzedrine ganharam "entusiasmo" na velocidade em girar suas teias , mas, aparentemente, sem muito planejamento, deixando grandes buracos", segundo a revista New Scientist.

A cafeína, uma das drogas mais comuns consumidas pelos britânicos em refrigerantes, chá, e café, faz as aranhas incapazes de girar mais do que alguns fios amarrados juntos de forma aleatória. Com hidrato de cloral (cloral hydrat), um ingrediente comum em de pílulas para dormir, as aranhas "cairam fora antes mesmo de começar".

Cientistas da Nasa acreditam que a pesquisa demonstra que as teias de aranhas podem ser usados ​​para testar medicamentos porque quanto mais tóxico o químico, mais deformado fica a teia.


Os cientistas acreditam que seu trabalho anterior sobre o geometria de cristais irá ajudá-los a elaborar programas de computador, que pode analisar o objetivo de estrutura da teia, a fim de prever a toxicidade de novos medicamentos. "Parece que uma das medidas mais significativas da toxicidade é uma diminuição, em comparação com uma rede normal, entre o número de lados completadas (de uma teia): quanto maior a toxicidade, mais lados a aranha não completa", dizem os cientistas.

Paulo Hillard, especialista em aranhas  do Museu de História Natural de Londres, disse que os investigadores descobriram pela primeira vez os efeitos das drogas psicotrópicas sobre aranhas durante experimentos no final da década de 1960. Os pesquisadores alimentaram com cafeína as aranhas na esperança de que terminassem suas teias no final da noite, em vez de madrugada. O resultado foi teias mais excêntricas em vez de fiação como as anteriores, disse ele.

Artigo original da pesquisa
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Nasa, Drogas e Aranhas

Monday, September 3, 2012

Em um post anterior (este aqui) escrevi uma lista de livros correlacionados com o Mentalismo. Muita gente ficou me pedindo uma lista dos diretamente relacionados com a Arte. Fiz aqui a minha relação dos 5 melhores.

Linguagem Corporal:


A Linguagem das Emoções, Paul Ekman - É o melhor dos livros deste autor, e o único traduzido até o momento para o Português. Ele foi o consultor e sua vida foi inspiração para o protagonista da série Lie to Me. Preciso dizer mais?


What Every Body is Saying, Joe Navarro - Dos muitos livros sobre este assunto, este é o melhor. Escrito por um Agente do FBI aposentado, Joe apresenta uma consistente teoria para seus exemplos (um problema grave em outros livros sobre este assunto).

Hipnose:


Psicologia, Hipnose e Subjetividade, Maurício Neubern - Este é o melhor e mais completo livro de hipnose que eu já li (incluindo os muitos estrangeiros). É um livro que não foca na prática (que é só o que encontramos por aí), mas ele é antes de tudo, um livro sobre a história da hipnose.

Correlacionados: Não é possível falar em Mentalismo sem falar nas crenças que seus fundadores aproveitaram para construir suas rotinas. Dos muitos livros sobre o assunto, acho que não dá para ficar sem esses 2 abaixo.


O Mundo Assombrado pelos Demônios, Carl Sagan - Nesta obra, Carl Sagan, preocupado com as explicações pseudocientíficas e místicas que ocupam os espaços dos meios de comunicação, reafirma o poder positivo e benéfico da ciência e da tecnologia para tentar iluminar os dias e recuperar os valores da racionalidade. O autor aborda à falsa ciência, às concepções excêntricas e os irracionalismos que são acompanhados por lembranças de sua infância.


Paranormality, Richard Wiseman - O psicólogo Richard Wiseman desvenda a ciência sobre nossas crenças na paranormalidade. O autor nos leva a uma viagem de tirar o fôlego das verdades simples por trás das diárias afirmações extraordinárias, e ao longo do caminho, nos mostra algumas coisas realmente notáveis ​​sobre a forma como nossos cérebros funcionam.
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Top 5 Livros Diretamente Relacionados

Tuesday, August 28, 2012

A Maldição da Mente Descontínua

Sunday, August 26, 2012

Susan Blackmore - Brain, Mind, and Consciousness

Friday, August 24, 2012

Em psicologia, intuição é um processo pelo qual os humanos passam às vezes, e involuntariamente, para chegar a uma conclusão sobre algo. Na intuição, o raciocínio que se usa para chegar a conclusão é puramente inconsciente, fato que faz muitos acreditarem que a intuição é um processo paranormal ou divino. Seu funcionamento e até mesmo sua existência são um enigma para a ciência. Apesar de já existirem muitas teorias sobre o assunto, nenhuma é dada ainda como definitiva. A intuição leva o sujeito a acreditar com determinação que algo poderá acontecer.


Por Matthew Hutson
Psychology Today, 03 jul 2012

Muito provavelmente, em algum momento da sua vida, você já sentiu alguém olhando para você. Talvez você estivesse no supermercado. Talvez caminhando pela calçada. Talvez sentado em um ônibus. E com certeza, quando você virou a cabeça para olhar, os olhos do suspeito encontraram com o seu. Você só teve uma experiência anômala.

O trabalho da mente consciente é formar uma história de todas as nossas sensações e reflexões. A vida como uma experiência não é apenas uma série de pensamentos desconexos e eventos, é uma narrativa coerente com um desdobramento em um universo ordenado. Mas às vezes temos experiências que não cabem em nossas expectativas e pode até contradizer o que a ciência nos ensinou ser possível. Em nossas tentativas de acomodar tais fenômenos sozinhos, muitas vezes nos voltamos para não comprovadas forças ou entidades. Começamos a acreditar no paranormal.

Experiência anômala deste tipo varia em sentir uma vibração estranha em uma sala a sentir-se fora do seu próprio corpo. Nós muitas vezes explicamos tais experiências usando conceitos relacionados aos espíritos, sorte, feitiçaria, poderes psíquicos, energia vital, ou mais terrestres (e extraterrestres) entidades. Tais explicações são muitas vezes mais atraentes, ou pelo menos mais intuitivas, culpar uma experiência ímpar em um truque da mente.

Uma das experiências mais comuns anômalos é a sensação de estar sendo observado. Quando você vê alguém olhando diretamente para você, as emoções se tornam ativadas-que pode ser emocionante ou reconfortante, ou assustador, e esta carga visceral pode dar a impressão de que quem olha transfere energia. Além disso, se você se sentir desconfortável e verificar para ver se alguém está olhando para você, seu movimento pode chamar a atenção confirmando suas suspeitas.

Outra experiência comum é déjà vu, um fenômeno que duas em cada três pessoas relatam. A maioria de nós minimiza-a como um soluço mental. De fato, os pesquisadores propõem que é uma sensação de familiaridade sem uma lembrança de que por que algo é familiar, ou talvez um problema de tempo no cérebro onde os pensamentos são experimentados duas vezes por causa de ligeiro um atraso de fiação, dando a segunda ocorrência uma estranha sensação de repetição. Mas algumas pessoas acreditam que é um vislumbre de uma vida passada.

Embora as experiências anômalas possam ser associadas com situações estressantes, patologias pessoais, ou déficits cognitivos, as experiências em si não podem ser sempre tão ruins, e podem realmente ser invenções saudáveis. São apenas as nossas tentativas de dar sentido a uma situação estranha. Afinal, não há nada melhor para mente do que uma boa história.

(...)

O artigo continua de maneira magistral falando sobre:

O Significado das Coincidências
Habilidades Psíquicas
Próximo da Morte ou Experiências fora do Corpo
Contato com Espíritos

Para continuar lendo (em Inglês)- Aqui.

Este artigo é uma sequência do post publicado em http://magicaemcena.blogspot.com.br/2012/08/procurando-por-coincidencias.html

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Seu Sexto Sentido

Friday, August 17, 2012


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O Por Que da Arte

Tuesday, August 14, 2012

Todo mundo adora uma coincidência. Poucos concordam se é significativo.

Por: Kaja Perina

Isaac Asimov afirmou que os avanços da ciência não começam com momentos "Eureka". Pelo contrário, alguém simplesmente diz: "Isso é divertido." A observação de Asimov também destaca os extremos com que as pessoas respondem ao fenômeno de coincidência.

A nossa tendência de ver padrões em todos os lugares significa às vezes que descobrimos maravilhosas verdades sobre o mundo. Assim como, muitas vezes, somos levados subjetivamente cul-de-sac (um caminho sem progresso). Na história de capa deste mês (Psychology Today), "A estranheza insuportável de ser", Matthew Hutson explora por que as pessoas, algumas em particular, glorificam experiências anômalas.

Nossos cérebros são mísseis buscadores de padrões que não podem deixar de notar coincidências; se devemos nós incutir com um significado esse é outro assunto. A tendência para aprender uma nova palavra ou conceito apenas para "de repente" encontrá-lo em todos os lugares atinge pessoas em um lugar entre o notável ​​e o milagrosa, embora possa ser explicado pela capacidade do nosso cérebro para atenção seletiva: Nos mantemos centrados a novos estímulos, enquanto filtramos inumeráveis dados não relacionados.

Há um termo obscuro flutuando ao redor do que descreve termos obscuros ou idéias que se sente de maneira onipresente, logo que eles estão em nosso radar: o fenômeno Baader-Meinhof*.

Engraçado, eu pensei, no primeiro encontro com o termo. É agora a Baader Meinhof obscura o suficiente para estampar um neologismo sobre a obscuridade? (Eu vivi na Alemanha quando criança, por isso, em minha mente, este grupo terrorista foi extinto de vez sobre o fim da Al-Qaeda). Essa desconexão atualmente capta um elemento complicado na coincidência: "Baader-Meinhof" é sobrecarregado por aqueles tocados por ele; simples trivia para todo o resto.

Nós podemos muito bem concordar sobre o que constitui coincidência, mas não quando ao seu significado. Duas famílias que visitam Disneyland no mesmo dia são pontos de dados. Quando as famílias contém um menino e uma menina que anos depois se encontram e se casam, o casal em questão chama isto de sorte. Se isso acontece com você: "Eureka!" Para qualquer outra pessoa: "Isso é engraçado."

Não me interpretem mal, eu adoro ler sobre o triunfo do acaso, tanto quanto a pessoa ao lado e sua publicação. O New York Times publicou recentemente um artigo divertido sobre dois anúncios de casamento altamente coincidentes. Há um certo chame em ver alguém receber um prêmio existencial, mesmo que geralmente não fique ofegante por isso. Mas há também a satisfação em compreender como o cérebro é movido para apoderar-se desses momentos desde o início.

*- A ilusão em que uma palavra, um nome ou outra coisa que tenha vindo recentemente a atenção de repente aparece em "qualquer lugar" com freqüência improvável.

Artigo fonte: Aqui
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Procurando por Coincidências

Sunday, August 5, 2012


Estou trabalhando junto com o Roney Belhassof do Blog Meme de Carbono, em uma série de vídeos de divulgação científica (ainda sem nome).

A idéia é dar instrumentos para as pessoas mergulharem no deslumbrante mundo das perguntas científicas.

Abaixo o vídeo zero da série:

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Nova Série de Vídeos de Divulgação Científica

Monday, July 30, 2012

Como mentalista, a base de todo meu aprendizado é com livros: leitura, leitura, leitura. É claro que se tem que sair por aí e testar, e bater a cabeça, e re-pensar, porém a base de tudo é a leitura. Mas nem só de livros de Sugestão, Psicologia Aplicada e Mágica Clássica vive o homem.

Existem dezenas de conhecimentos correlacionados com a atividade de mentalista que é necessário para o ofício. Desta forma, escrevi o top 5 livros de atividades correlacionadas que fizeram muita diferença para mim.

Roteiro:

     Playwriting For Dummies, Angelo Parra - A leitura deste livro o faz sentir como se você estivesse em um curso de dramaturgia ou teatro, o autor fornece um resumo abrangente sobre a técnica sem ensaios tediosos. O tom de conversação torna a leitura agradável e direta.


     Story, Robert Mckee - Foge da mesmice dos manuais de roteiro por tentar abranger toda forma de narrativa audiovisual e não somente o modelo consagrado Hollywoodiano. Escrito de forma simples e concisa, de fácil entendimento, é uma obra iluminadora, mesmo para os roteiristas mais experientes.

Redes Sociais:

     ABC das Mídias Sociais, Chris Brogan - De ABC este livro não tem nada. Ele explica de maneira clara como funciona as redes sociais. Escrito por ninguém menos que o cofundador da PodCamp. Com exemplos reais, Brogan mostra que independente de tecnologia, sempre estaremos falando sobre pessoas.

Cinema:

     Master Shots, Christopher Kenworthy - Tudo que você queria saber como filmar na prática: enquadramento e movimento de câmera. O que realmente faz diferença em um filme, dito de maneira clara e rico em ilustrações.

Espiritual:

     A Guerra da Arte, Steven Pressfield - Por mais estranho que isso possa parecer, o trabalho de um artista é muito árduo. Perseguir seus sonhos significa dizer a todas as pessoas a sua volta que não estão lutando pelo que elas acreditam que elas são covardes, e elas revidarão sua busca pela felicidade. Este livro é um divisor de águas.
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Top 5 Livros Correlacionados

Friday, July 6, 2012

Derren Brown é na minha opnião o melhor mentalista de todos os tempos.

Entrevistador: O quanto do que você faz é mágica e o quanto é poder da mente?

Derren Brown: Bem, isso é meio que tudo a mesma coisa, na verdade. Eu costumava dizer no início dos meus shows, o que ainda é verdade, que quando eu estou fazendo esse tipo de coisa eu uso mágica, sugestão, psicologia, despistamento e performance. 

O que significa que algumas coisas que eu faço é do tipo real de habilidades mentais, e hipnose, e sugestão. Outros são do tipo mais mágico. Mais como um truque de prestidigitação divertido, eu espero, é onde você pensa que termina um e o outro... começa.


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O quanto do que você faz é...

Tuesday, June 26, 2012

Não estou aqui para apontar os defeitos dos outros, mas como este blog aqui também é uma forma de diário para mim mesmo, uma forma de organizar informações e idéias, quero neste post colocar algumas impressões do que funciona e do que não funciona em uma apresentação rápida.

Abaixo o que eu considero uma apresentação brilhante realizada por um gênio (que até então era um desconhecido para mim - Erick Dittelman):



Uma apresentação focada na presença de palco (a mágica começa quando ele dá o primeiro passo no palco), um rápido envolvimento com toda a platéia. Sua confiança tem uma presença tão contagiante, que de cara nos simpatizamos com ele. Os jurados são rapidamente envolvidos com a mágica. Ele poderia ter cometido uns 300 erros nesta apresentação, mas a realizou com maestria.

Abaixo, uma apresentação do, Colin McLeod. Ele é um dos mais famosos em nosso meio. Eu particularmente adoro o trabalho dele. Acho ele divertido e com ótimas idéias para novas rotinas:



Colin é experiente. Aqui também os jurados são envolvidos na mágica logo de início. Uma versão bem engraçada para um antigo ato de mentalismo. De novo, personalidade e confiança que relaxa as pessoas. Além do mais, ele realizou o sonho de muitos que já se apresentaram no programa: mostrar a bunda para os jurados!

Agora, veja abaixo o vídeo deste mentalista, David Fowler:



Nesta apresentação, ficamos sentidos logo de cara com ele: sua roupa, seu jeito, tudo parece uma caricatura. Uma apresentação arrogante feito sem paixão.

Neste ponto paro para um rápida defesa: Quero aproveitar desde já a minha admiração por quem dá "a cara pra bater", acho que só pelo fato da pessoa buscar seu sonho, isso por sí só é uma mágica no universo.

Em teoria, estaria fazendo tudo certo, mas sua presença é desconfortante a começar por sua linguagem corporal. Com tantas mágicas de mentalismo de palco, escolher uma tão pouco visual para um grande público? Mentalismo não é só saber fazer uma predição que aprendeu em um livro. É entretenimento. É divertir o público com algo inexplicável, um mistério que fascina. É oferecer à platéia a sensação de ser uma criança que olha o mundo e o não entende, e por isso fica fascinada. Não é tratar o publico como criança (no sentido de idiota), enganar a platéia é uma versão barata de alguém que não entendeu o que é Mágica.

Saber como um truque funciona é apenas saber que o som de uma música é feita apertando aquelas teclas bancas e pretas de uma caixa de madeira. Isso está longe de ser tocar bem Clair de Lune no piano.

Respeite o seu público.

O Certo e o Errado em uma Competição de Talentos

Friday, June 22, 2012

A Caixa Misteriosa de J.J. Abrams

Wednesday, June 13, 2012

Por Richard Osterlind , 11 jun de 2012

"Como um mentalista profissional há mais de 40 anos, e aquele que tem viajado pelo mundo inteiro me apresentando e procurando por provas do sobrenatural, eu gostaria de aproveitar esta oportunidade para denunciar a maior atrocidade ao bom senso e sabedoria; a noção de amor.

Não há absolutamente nenhuma prova científica da existência do amor. Exaustivos estudos de psicologia evolutiva, biologia evolutiva, antropologia e neurociência não confirmam nenhuma prova de sua existência e  pode somente comprovar aumentos nos níveis de certas substâncias, como a testosterona para explicar um aumento no impulso sexual, e serotonina. Quimicamente, os efeitos da serotonina de se estar apaixonado tem uma aparência química semelhante ao transtorno obsessivo-compulsivo, o que poderia explicar por que pessoas que experimentam a paixão não podem pensar em mais ninguém.

O instinto de bando comum, como os encontrados em todos os animais, muitas vezes é mal interpretado como amor. Na verdade, é apenas a maneira da natureza de assegurar a sobrevivência de diferentes espécies . Se os seres humanos não fossem tão iludidos com a noção de amor, as crianças estariam porta a  fora quando elas atingissem a adolescência. Isso certamente ajuda na seleção natural da sobrevivência do mais apto.

Homens e mulheres têm suas vidas destruídas por conta daqueles que se aproveitam  da crença equivocada no amor. Quantas vidas foram arruinadas por esta noção fabricada? Além disso, bilhões de dólares são desperdiçados anualmente no equívoco do amor com incontáveis ​​aproveitadores envolvidos na especulação em jóias, flores, casamentos, música (canções de amor), para não mencionar em na maior das ridículas crenças - a vida familiar. Habitação, seguro, trabalhador eficiente e tantos outros aspectos do comportamento humano poderiam ser substancialmente melhorados se o amor fosse eliminado.

A idéia odiosa do amor é também a força motriz em outro grande equívoco da realidade: a religião. Muitos mágicos e mentalistas já refutaram a existência dessa maldição sobre a humanidade, e apenas o seu direito fundamental de existência deveria também ser eliminado.

Como mágicos, temos o conhecimento da utilização de artifícios para forjar um comportamento sobrenatural provando que o comportamento sobrenatural não existe. Nós somos os únicos capazes de ver a verdadeira luz, e é nosso dever e responsabilidade agir e iluminar o mundo.

Uma vez que nós, como um grupo, tivermos eliminado essa noção de amor da experiência humana, podemos visar em outros sistemas de falsas crenças como coragem, sacrifício, honra, dignidade e heroísmo."


Nunca tive minhas idéias contestadas com tamanha elegância.

Fotógrafo: Thom Bleasdale
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Guerra ao Sobrenatural

Sunday, May 27, 2012


Durante muito tempo escutei que um mágico profissional deve escrever sua apresentação em forma de roteiro, que tem que contar histórias quando faz a sua mágica e, sempre que possível, deve contar algo pessoal durante uma apresentação.

São 3 pensamentos interessantes que estão intimamente conectados.

Vou começar soltando uma bomba: As pessoas não vão ao seu show para ver as suas habilidades, elas vão para ter uma experiência. Sim, foi isso mesmo que você leu. O seu trabalho é fornecer essa experiência para a platéia.

Richard Ostelind escreveu: “Mágica é a arte do impossível, endereçado ao contínuo dilema humano de maneira artística. (...) Porque o mágico opera nas mesmas restrições e fronteira da humanidade, seu efeito representa uma esperança para todos nós.”

Quando estamos apresentando nossa mágica, transportamos nosso público para longe de suas vidas. Naquele momento, eles esquecem das contas que tem que pagar, da reunião que terão com o chefe no dia seguinte, ou na viagem que não gostariam de fazer no final de semana. Eles estão lá para se divertir (achou que era coincidência a palavra diversão ter o mesmo radical que divergir ?).

O público quer ver algo especial, um personagem que saiba o que está fazendo, que transmita confiança. Mas como passar uma confiança procurando um gimmick no palco? Toda vez que você fala hãaaas, hummms tentando lembrar o que deve falar ou fazer, você os trás de volta para o mundo em que eles vivem.

Todos conhecem a frase “O mágico é um ator que representa um mágico” (Robert Houdin). E você acha que um ator vive num palco sem roteiro? Sem um ensaio? Todos os grandes comediantes (que parecem estar improvisando no palco) têm seu script na ponta da língua. Porque a improvisação deve vir dentro de uma estrutura segura. Hoje considero fundamental a escrita do roteiro das minhas apresentações. O estudo minucioso da movimentação em palco durante a produção do roteiro, e seu respectivo ensaio.

Agora vem uma parte importante. Para isso, vou citar Eugene Burger: “A experiência da mágica envolve uma conexão mental entre o truque mágico e outras concepções emocionais, experiências, sonhos, esperanças, ambições, medos, pesadelos...”

Quando escrever uma rotina, pergunte-se: O que o público irá ver de especial no início dela que o instigará? No início de cada ato, é importante chamar a atenção da platéia para o efeito, com o risco de que, do contrário, estaremos apresentando apenas um truque. Por isso é tão importante a fala introdutória em cada mágica, para criarmos a conexão efeito-emoção e fugir da apresentação quebra-cabeça. O público deve se conectar emocionalmente com o que está sendo apresentado.

Para escrever o roteiro em formato padrão de teatro, eu uso um software gratuito, que é fácil, e intercambiável com o Word e PDF: o Celtx.
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Recomendo.

Roteiro em Celtx

Saturday, May 19, 2012

"Num sentido profundo, eu penso que uma experiência de mágica envolve uma conexão mental entre o truque mágico que é apresentado e outras concepções emocionais, experiências, sonhos, esperanças, ambições, medos, pesadelos, e mais. Embora a conexão seja para arquétipos e símbolos mágicos presentes no inconsciente, como Jung sugeriu, esta poderosa imagem mental, encontrada especialmente em nossos sonhos, são nossas conexões com o nosso universo mágico de encantamento, símbolo e mito."

-Eugene Burger, do livro Experience of Magic.


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Citação da Semana: Eugene Burger