Monday, April 2, 2012



Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

12 / Abril - Apresentação no Severyna

Sunday, April 1, 2012

Uma questão para o público em geral e para os amigos mágicos.

É importante a apresentação da mágica na mídia como na televisão? Parece uma pergunta idiota de mais, porém o motivo de estar tocando nesse assunto é que tenho visto no meio dos mágicos críticas sem fundamentos quando algum colega de profissão aparece na TV, são comentários inúteis e sem importância chega a soar como ciúme ou frustração por não estar lá.

censuraNa minha sincera opinião, quando um mágico é convidado para participar de um programa de TV num programa de variedades por exemplo, como Eliana, Programa do Jô, Domingo Legal ou qualquer outro é porque a intenção do programa é mostrar números de mágica, um momento de entretenimento de descontração tanto para o programa que convida quanto para os espectadores que assistem, ninguém quer saber se o mágico conhece corretamente as técnicas do ilusionismo, se ele está se comportando da forma “correta” ou qualquer besteira assim, o público quer ver o show que o mágico vai apresentar e não o seu conhecimento técnico.

Quando vamos ao médico a única coisa que queremos saber é se ele tem a resposta para a nossa enfermidade, não me importa se ele sabe qual o nome da bactéria que está no meu corpo, ou se ele está segurando corretamente os seus aparelhos. Não me importa a teoria mas sim a prática.

Existem colegas mágicos que parecem ser eternos julgadores, tudo que veem é motivo de julgamento sem noção, quando não acham o que julgar na mágica em si começam a falar que a roupa é inadequada, que o estilo não tem nada a ver. Calma lá gente, é mágica ou concurso de moda? E outra coisa, aonde está escrito qual o modo que o mágico deve ser, existe um padrão que eu não conheço?tv

Cada profissional sabe o estilo que vai adotar, com cartola, sem cartola, social, descolado, personagem, seja lá qual for… O bonito de toda arte é o individualismo e originalidade, a mágica não deve ser uma fôrma onde todos saem iguaizinhos, falando e atuando sempre do mesmo jeito.

Resumindo, quem paga o cachê do mágico é o público, ele que tem que gostar ou não, se cada um cuidar do seu trabalho com certeza iremos ganhar muito com isso, porque geralmente os que só reclamam e criticam são os piores.

Vamos apreciar mais a mágica e parar de se sentir o dono da verdade, um bom profissional reconhece o talento de seus colegas e não fica com medo da concorrência ou de ser comparado com o  “mágico da televisão”, o sol nasceu para todos, conquiste o seu espaço do seu jeito e pare de querer fazer sombra nos outros.

Claro que essa postagem é para uma minoria de PROFISSIONAIS que se acham os bam bam bam e se você se sentiu ofendido com ela deve ser porque provavelmente é um deles. E você? O que pensa de tudo isso, acham certo esses julgamentos maldosos, sem conteúdo nenhum, ou será que eu que estou malvado de mais, rsrsrs? Deixe o seu comentário pois ele é muito importante para o nosso crescimento profissional.

Mágicos censurados por mágicos

Friday, March 30, 2012

Quatro mágicas inéditas

Thursday, March 29, 2012

Registro mostra estrutura tridimensional, como uma grade curvada. Descoberta desvenda conexão entre todas as partes do cérebro.


Esqueça aquela ideia de que "o lado direito do cérebro faz assim" e o "lado esquerdo do cérebro faz assado". Um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela revista “Science” mostra que o cérebro humano não tem "lados" nem é isolado na hora de realizar tarefas. Ele é todo interligado e não existem áreas específicas para funções específicas.

O mesmo padrão de organização foi observado no cérebro humano e também no de macacos. Segundo os pesquisadores, os sinais que correm pelo cérebro se ordenam em uma estrutura tridimensional, como uma "grade curvada". Em resumo, o cérebro não é um emaranhado de fios separados, mas uma rede interligada.

Foto: Cérebro visto como uma grade curvada, em imagem feita por estudo publicado
MCH-UCLA Human Connectome Project

“A velha imagem do cérebro como um emaranhado com milhares de fios separados e desconectados não fazia sentido do ponto de vista evolutivo”, afirmou Van Wedeen, autor do estudo, em material de divulgação do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, onde ele trabalha.

“Como a seleção natural levaria cada um destes fios a configurações mais eficientes e vantajosas? A grande simplicidade desta estrutura em grade é o motivo pelo qual ele [o cérebro] consegue acomodar as mudanças aleatórias e graduais da evolução”, concluiu o pesquisador.

Fonte: G1

Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Imagem revela como o cérebro é organizado

Wednesday, March 28, 2012

A postagem anterior fala sobre a necessidade da criação de novas mágicas principalmente por  parte dos brasileiros que muitas vezes são taxados como meros reprodutores de efeitos internacionais, ou seja, no popular quer dizer que os mágicos brasileiros não têm capacidade de criar efeitos, técnicas e rotinas inovadoras, toda essa fama negativa é muito difundida principalmente pelos próprios mágicos, mas quando surgem ideias brilhantes e originais, qual o destaque que ela tem? Quem comenta ou aprecia? Difícil de encontrar né…

Por isso que lançamos a proposta (e ainda está valendo) para os nossos mágicos enviarem seus vídeos ou criações inéditas para que possamos divulgar em nosso meio, para que essa má fama dos mágicos brasileiros não exista mais e dessa forma podermos ser  reconhecidos e valorizados no cenário internacional das criações inéditas, é isso ai galera vamos mostrar que o brasileiro é um povo criativo e que nós, mágicos temos muito para mostrar.

Após a publicação da postagem: Como criar uma mágica nova? (leia aqui) recebemos vários e-mails e contatos de mágicos enviando seus vídeos e relatando suas criações, então para dar início as criações mágicas brasileiras temos o mágico curitibano Gui Parras que enviou o seu vídeo da mágica In-Box, espero que apreciem e comentem a criação desse nosso amigo e esperamos a sua participação também com o seu vídeo, fotos e relatos de criações mágicas.

Criação Mágico Guilherme Parras- Curitiba-PR

Para quem ainda não conhece o mágico Gui Parras ai vai o face dele: http://www.facebook.com/guiparras lá você encontra maiores informações sobre o artista e seus contatos.

Aguardamos você, isso mesmo você aí que tem uma mágica nova e está afim de divulgar sua criação no mundo mágico, envie o seu vídeo entre em contato pelo e-mail magicomonsil@hotmail.com ou deixando o seu comentário aqui embaixo, ou ainda pelo facebook do mágico Monsil: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000698371958 estamos aguardando, comenta aí vai…

Cartola Mágica- Mágicas Inéditas no Brasil

Tuesday, March 27, 2012

São sons que trabalham em duas frequencias diferentes, e se você usar um fone de ouvido vai ouvir cada frequencia em um ouvido diferente, as duas juntas formam o som binaural.


Cada faixa de frequência mental está associada a um tipo de atividade. Estas frequências podem ser obtidas por eletroencefalografia:


A idéia é que determinados sons possam induzir estados mentais específicos através da construção específica dessas ondas.

Binaural Beat é um fenômeno que o cérebro produz pela mescla duas frequências diferentes, uma em cada ouvido. Por exemplo, 300 Hz em um ouvido e 310Hz no outro, então o Binaural teria uma frequência de 10 Hz (310-300). Isso é feito pelo seu cérebro, a diferença de frequência pode ser de até 30Hz.


Isocrônicos são pulsações que ligam e desligam em regularmente. A quantidade de pulsações por segundo indica a frequência. Por exemplo, 10 pulsações por segundo induziria no cérebro uma frequência de 10Hz. Isso excita o Tálamo e faz com que o cérebro passe a imitar a frequência dos toques Isocrônicos, alterando sua atividade cerebral. São similares aos Monaurais, exceto que estes são um pulso de onda senoidal, em vez de pulsos totalmente separadas de um único tom.


Esta nova prática é chamada de i-Dosing, e requer um par de fones de ouvido e alguma coisa para tocar música. Os defensores do i-Dosing dizem ter sensações de êxtase causados pelo efeito Binaural Wave.
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Binaural Waves


Foto acima: Padrão Bongoût cartas para jogar, com cenas especiais do Brasil nos Ases, feitas pela A. Van Genechten, Belgium, 1870. Litografia em estampilha colorida.

A impressão no Brasil era controlada pelo Governo Português, embora algumas impressões não autorizadas acontecessem. A produção de cartas de baralho no Brasil foi oficialmente sancionada quando um alvará régio (carta ou documento que concede certos direitos e privilégios) de 08 de agosto de 1770 deu "privilégios e isenções fiscais para as pessoas ocupadas em fazer cartas de baralho" na Bahia. Um decreto real em 1808, estabelecia no Brasil, a Real Fábrica de Cartas de Jogar como parte da Impressão Real, em um arranjo similar ao de Lisboa, para a impressão de cartas de jogar.

O monopólio veio à tona quando uma clandestina fábrica de cartas para jogar foi descoberta na Bahia, e seus maquinários e utensílios foram confiscados pela Fábrica de Cartas em 1815. Além disso, o contrabando de cartas de jogar foi denunciado na Bahia em 1817. Em 1818, a Real Fábrica de Cartas de Jogar foi arrendado por Jayme Mendes de Vasconcelos & Cia. Ltda. mas o contrato foi cancelado em 1823 devido à falta de pagamento do aluguel. O monopólio para o comércio de cartas para jogos foi abolido no ano seguinte. Nenhum baralho tipo espanhol da Fábrica Real sobreviveu. Em 1824, Angelo Bissum, Manuel Luiz da Costa e Antonio José Polycarpo ganharam a permissão para abrir a sua própria fábrica de baralhos.

Um anúncio de jornal de 1826 dizia: "Carta portuguesas feitas na França tem o mesmo preço que as feitas no Rio de Janeiro". Várias gráficas e fábricas de baralhos estrangeiros eram conhecidas por terem se instalado no Brasil durante o século 19. Azevedo ("Fábrica Caxias") e Lafayette eram fabricantes de cigarros no Recife, na virada do século. Eles tinham uma prensa litográfica para imprimir etiquetas de cigarros e também usaram suas máquinas para fazer baralhos por décadas. Foi provavelmente por causa do fim da Real Fábrica de Cartas de Jogar que os fabricantes belgas e alemães praticamente assumiram os mercados brasileiro e português, e isso também fez com que trouxesse fim ao padrão Português em favor dos modelos Espanhol, Alemão e Inglês.

Durante o século 19 houve uma moda de jogar cartas com cenas exóticas sobre os quatro ases. O fabricante alemão C.L. Wüst produziu um elegante baralho com cenas exóticas do Brasil nos Ases. Muitos outros foram produzidos por fabricantes belgas e comercializado como "Cartes Portugaises OU Brésiliennes".

Fonte
Para receber artigos como este em seu facebook, é só curtir a minha página

Cartas para Jogar no Brasil