Monday, April 30, 2012

Uma rápida história do Tarot

O Mágico

As cartas de jogar apareceram na Europa cristã por volta de 1367, data da primeira evidência documentada de sua existência — a proibição de seu uso, em Berna, na Suíça. Antes disso, as cartas foram usadas por muitas décadas no Al-Andalus islâmico. As primeiras fontes europeias descrevem um baralho com normalmente cinquenta e duas cartas, como o baralho moderno sem curingas. O tarô de setenta e oito cartas resultou da adição de vinte e um trunfos numerados mais um sem número (o curinga) à variante de cinquenta e seis cartas (quatorze cartas cada naipe).

A expansão do uso dos jogos de cartas na Europa pode ser estimada por volta de 1377, a partir de quando as cartas de tarô parecem ter-se desenvolvido por volta de quarenta anos depois, e são mencionadas no que sobreviveu do texto de Martiano da Tortona. Estima-se que o texto tenha sido escrito entre 1418 e 1425, uma vez que o pintor Michelino da Bezzoso retornou a Milão em 1418 e o autor faleceu em 1425.

Feliciano Bussi na sua historia de “Viterbo” refere o uso de baralho de cartas em 1379, vindo através dos sarracenos e ao qual se dá-se o nome de naib. Na Espanha, no ano de 1367, encontramos também esse tipo de cartas descritas com o nome de naipe. Pensa-se que a palavra naipe tenha surgido da palavra flamenga knaep, palavra esta derivada de papel.

A primeira grande publicidade acerca do uso divinatório do tarô veio de um ocultista francês chamado Alliette, sob o pseudônimo de "Etteilla" (seu nome ao contrário), que atuou como vidente e cartomante logo depois da Revolução Francesa. Etteilla desenhou o primeiro baralho esotérico, adicionando atributos astrológicos e motivos "egípcios" a várias cartas, elementos alterados do Tarô de Marselha, e incluíndo textos com significados divinatórios escritos nas cartas. Mais tarde Mademoiselle Marie-Anne Le Normand popularizou a divinação durante o reinado de Napoleão I, pela influência que exercia sobre Josefina de Beauharnais, primeira esposa do monarca. Contudo, ela não usava o tarô típico.

Desde então as cartas de tarô são associadas ao misticismo e à magia. O tarô não foi amplamente adotado pelos místicos, ocultistas e sociedades secretas até os séculos XVIII e XIX. A tradição começou em 1781, quando Antoine Court de Gébelin, um clérigo protestante suíço, e também maçom, publicou Le Mond Primitif, um estudo especulativo que incluía o simbolismo religioso e seus remanescentes no mundo moderno.

Antoine Court Gebelin, escreveu em 1781: “Pensa-se que toda a sabedoria antiga foi destruída quando a grande biblioteca de Alexandria foi queimada. Não foi, porém, assim. Há um livro, que foi passado de mão em mão, e, com ele, muitos segredo dos antigos. Está escrito em setenta e oito folhas, divididas em cinco secções.” ( T. Milénio; pág. 6 e 7 )

Gebelin estava sem dúvida a referir-se ao Tarot. Para Gebelin, as vinte e duas cartas dos Arcanos Maiores representavam os líderes temporais e espirituais da sociedade egípcia antiga. As outras cinquenta e seis cartas eram divididas em quatro naipes, referentes às quatro classes da sociedade do Antigo Egipto. Tanto os reis como os militares ostentavam a espada (naipe de espadas), a taça simbolizava os sacerdotes, (naipe de copas), os paus eram o símbolo correspondente aos agricultores (naipe de paus) e as moedas representavam os comerciantes (naipes de ouros).

Gebelin primeiro afirmou que o simbolismo do Tarô de Marselha representava os mistérios de Ísis e Thoth. Gébelin também afirmava que o nome "tarot" viria das palavras egípcias tar, significando "rei, real", e ro, "estrada", e que por conseguinte o tarô representaria o "caminho real" para a sabedoria. Dizia o autor que os ciganos, que estavam entre os primeiros a usar o tarô para uso divinatório, eram descendentes dos antigos egípcios (daí a semelhança entre as palavras gypsy e Egypt, em inglês, mas isso na verdade é um estereótipo para qualquer tribo nômade), e introduziram as cartas na Europa. De Gébelin escreveu esse tratado antes de Jean-François Champollion ter decifrado os hieróglifos egípcios, ou de fato ter sido descoberta a Pedra de Roseta, e, mais tarde, os egiptólogos não encontraram nada que corroborasse a etimologia fantasiosa de Gébelin. Apesar disso, a identificação do tarô com o "Livro de Thoth" já estava firmemente estabelecidas na prática ocultista e segue como uma lenda lenda urbana até os dias de hoje.

No entanto, as cartas de Tarot também poderão ter sido trazidas pelos Cruzados, no regresso da Terra Santa no século XIV. Há quem defenda a teoria de que foram os próprios templários a inventar as cartas do Tarot, uma ordem de cavalaria guerreira e asséptica formada por Cruzados por volta do ano de 1118, sob a chefia de Hugh de Payen.

A concepção de que as cartas são um código místico foi mais profundamente desenvolvido por Eliphas Lévi (1810-1875) e foi difundida para o mundo pela Ordem Hermética da Aurora Dourada. Lévi, e não Etteilla, é considerado por alguns o verdadeiro fundador das modernas escolas de Tarô. Sua publicação Dogme et Rituel de la Houte Magie ("Dogma e Ritual da Alta Magia"), de 1854, introduziu uma interpretação das cartas que as relacionava com a Cabala Hermética. Enquanto aceitava a origem egípcia do tarô proposta por Court de Gébelin, o autor rejeitava as inovações de Etteilla e seu baralho alterado, e por sua vez delineava um sistema que relacionava o tarô, especialmente o Tarô de Marselha, à Cabala Hermética e aos quatro elementos da alquimia.

Papus, ocultista e médico francês, a sabedoria da antiga Índia e Egito tinha a síntese do Tarô. Foi fundador da Ordem Maçônica dos Martinista, escreveu o livro “O Tarô dos boêmios” e fez um baralho com inspiração egípcia e correspondendo com as letras hebraicas.

O tarô divinatório era cada vez mais popular no Novo Mundo a partir de 1910, com a publicação do Tarô de Rider-Waite (elaborado e executado por dois membros da Aurora Dourada), que substituía a tradicional simplicidade das cartas numeradas de naipe por cenas simbólicas. Este baralho também obscureceu as alegorias cristãs do Tarô de Marselha e dos baralhos de Eliphas Lévi mudando alguns atributos (por exemplo trazendo "O Hierofante" no lugar de "O Papa", e "A Alta Sacerdotisa" no lugar de "A Papisa"). O Tarô Rider-Waite ainda é muito popular no mundo anglófono (de língua inglesa).

Desde então, um número enorme de baralhos diferentes tem sido criado — alguns tradicionais, outros vastamente diferentes. O uso divinatório do tarô, ou como um compêndio simbológico, inspirou a criação de inúmeros baralhos oraculares. São baralhos para inspiração ou divinação contendo imagens de anjos, fadas, deuses, forças da natureza etc. Embora obviamente influenciados pelo tarô, eles não seguem sua estrutura tradicional: algumas vezes omitem ou trocam alguns dos naipes, outras vezes alteram significativamente o número e a natureza dos arcanos maiores.
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A Origem do Tarot

Sunday, April 29, 2012

Especialista em ilusões de ótica, Johan Lorbeer começa a ganhar fama ao desafiar a gravidade

miragem

Johan Lorbeer é um artista alemão especializado em criar ilusões de ótica. Suas performances são bastante populares no país, mas só agora que o ilusionista começa a ganhar destaque mundial. Acostumado com apresentações rápidas em espaços públicos, como parques e shopping centers, suas aparições intrigam.


Boa parte de seu repertório artístico insiste em se posicionar como se estivesse flutuando em diversos locais. Seja se apoiando em uma parede a metros de distância do chão, ou andando pela parede da fachada de um prédio, Lorbeer desafia a gravidade.Confira um vídeo de uma de suas performances:


Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
Dica do meu amigo Ramon Amaral.
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Artista alemão faz perfomances em que parece flutuar e intriga público

Friday, April 27, 2012

Dia 26 foi o aniversário de 58 anos do CBI - Círculo Brasileiro de Ilusionismo. O evento de aniversário foi marcado pela entrega de 3 prêmios e o início das inscrições para o Magic in Rio (evento máximo deste ano, que será realizado de 15 a 18 de novembro).

Foram entregues os prêmios para:

Bernardo Sedlacek - mágico revelação;
Gabriel Louchard - mágico do ano;
Nakaren - dedicação à arte mágica.


Na foto: Andrély, BernadoSedlacek,
Gabriel Louchard, Bob Ricardo.

O evento contou com a apresentação de 5 mágicos: 

Bernardo Sedlacek - cartas close-up;
Bob Ricardo - mágica clássica;
Gabriel Louchard - stand up comedy e mágica;
Andrély - mágica clássica;
Nakaren - mágica clássica.

Foto: Com meus amigos do Magic Troupe:
Nícolas Araujo e Cláudio Mayrink.

Foto: Presidente do CBI, Mauro Cataldi.

Foto: Meu amigo, o mágico argentino José Ibañez.

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CBI - 58 anos

Thursday, April 26, 2012




Agora é pra valer: Wenceslau Braz e região esperou por esse dia. 02 de junho das 14:00 as 17:00 acontece no Salão de Eventos do Colégio São Tomáz de Aquino, o III Curso de Mágicas para Iniciantes, após muitos pedidos e grande espera mágico Monsil traz para Wenceslau Braz esse curso inédito que vai surpreender você, são números tradicionais do ilusionismo mundial, especialmente voltado para iniciantes.


3 horas de muita mágica, aqui você irá aprender os melhores efeitos do ilusionismo em um curso  prático, dinâmico e desenvolvido para quem tem pouca ou nenhuma experiencia nesse universo.


A mágica além de ser encantadora e acessível para todas as idades, também é uma ferramenta poderosa que auxilia vendedores, professores, empresários e todo profissional que busca diferenciar o seu trabalho com novidades que atraem e cativam seu público alvo.










Essa é a sua oportunidade única de fazer um curso de nível profissional e não acaba por ai.... Todos que se inscreverem para o III Curso de Mágicas para Iniciantes ganharão automáticamente um KIT EXCLUSIVO com mais de 15 números de mágica com diversos objetos, números de previsão, leitura de pensamento, advinhação, metamorfose, desaparição  e muito mais.


Além disso no final do curso todos vão receber certificado do curso emitido pela empresa Cartola Mágica Entretenimentos.


O curso será ministrado pelo mágico Monsil e as inscrições já estão abertas, mas atenção porque as vagas são limitadas e o valor da inscrição antecipada tem 20% de desconto, essa é pra você não perder mesmo. Wenceslau Braz e região, venham fazer o III Curso de Mágicas para Iniciantes e entre para esse universo mágico.

III Curso de Mágicas para Iniciantes

Em 1840 o médico francês, Guillaume Duchenne começou a estudar a fisiologia das expressões faciais. Duchenne identificou a diferença entre um falso ou sorriso social - feito conscientemente, usando somente os músculos la boca - e um genuíno e espontâneo sorriso feito involuntariamente, usando os músculos de ambos os olhos. Em sua homenagem, sorrisos verdadeiros são chamados de "Duchenne smiles", enquanto os sorrisos falsos são chamados de "Pan Am smiles" (uma referência aos anúncios de televisão com atendentes de bordo.)

À esquerda - um sorriso real; à direita - um sorriso falso


É difícil simular um sorriso:

"Somente 1 em 10 pessoas consegue voluntariamente controlar a musculatura ao redor dos olhos."


Trinta anos depois de Duchenne fazer seu primeiro experimento, Charles Darwin elogiou o trabalho de Duchenne, creditando que muito de seu trabalho fotográfico o ajudou a desenvolver as idéias de sua publicação The Expression of the Emotions in Man and Animals. Darwin concluiu de suas viagens que "Todas as principais expressões do homem são as mesmas ao redor do mundo."


Com as crescente evidência de que o nosso corpo e emoções interagiam, Sigmund Freud começou a explorar a idéia de que as emoções básicas estavam ligadas a um comportamento não verbal. Em 1905, Freud escreveu: "Nenhum mortal pode manter um segredo. Se os seus lábios estão em silêncio, seus dedos irão murmurar. A traição irá emanar dele por todos os poros".

Mais recentemente 2 pesquisadores alavancaram o estudo da mentira. Silvan Tomkins, professor de Psicologia da Princeton e Rutgers, se preocupou com as emoções, não com o comportamento cognitivo. Tomkins era famoso entre os amigos por determinar com exatidão cada crime uma pessoa tinha cometido, apenas olhando sua foto no cartaz de procurado. Ele acreditava que emoção era "o código da vida" e que "dando suficiente atenção às particularidades, o código poeria ser quebrado."


Seguindo o trabalho de Tomkins, Paul Ekman (consultor da série "Lie to Me") foi convidado, com apenas 30 anos de idade a viajar para tribos isoladas para estudar o que era universal e o que era um variável cultural na comunicação não verbal. Hoje é aposentado como professor de psicologia do Departamento de Psiquiatria na Universidade da Califórnia. Em 2009 a Revista Time colocou Paul Ekman na lista dos 100 pessoas mais influentes do mundo.

Condensado do livro: Liespotting de Pamela Meyer.


Para testar sua capacidade de analisar sorrisos: Aqui.

Post anterior sobre micro-expressões, por Paul Ekman: Aqui.

Post anterior com o vídeo de Pamela Meyer: Como detectar um mentiroso: Aqui.
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Uma Breve História da Pesquisa de Expressões Faciais

Wednesday, April 25, 2012

Colin McLeod no BGT 2012

Tuesday, April 24, 2012


Se eu tenho um pai no Mentalismo, esse é Richard Osterlind (mesmo que ele não saiba disso). Ele é Grande. Qualquer reconhecimento dele hoje é muito pouco comparado a quem ele realmente é. Entre os muitos materiais que ele produziu, eu li esta semana o livro "The Principles of Magic". Nenhum livro de mágica me tocou tanto quanto este. Em alguns momentos eu tive que parar de ler o livro, pois estava emocionado.

Seria para mim impossível fazer um review deste livro. A sua construção do verdadeiro conceito do que é arte, e como devemos encará-la é no mínimo genial. Por isso vou colocar aqui só algumas passagens que me tocaram profundamente, mas elas soltas nem de longe exemplificam o que é este livro.

"A arte de verdade não é uma coisa simples, mas como ela afeta você como representante da humanidade."

"Há uma grande mentira sobre a arte da mágica (...) é acreditar que ela  é a arte de deception (enganar), ou colocando de outra forma, é a arte de mentir. É fácil de entender o quão pobre performances podem ser oferecidas por mágicos que pensam assim.(...) Este é um ponto de vista inaceitável. (...) O destino buscado na mágica é a criação do mistério."

Os elementos da arte são: as ferramentas, as habilidades, a criação e o efeito. Em cada um deles Richard Osterlind explica delicadamente como cada um deles é necessário, e como interagem uns com os outros... "É o efeito que devemos ter em mente quando criamos nossa mágica."


"Mágica é a arte
da criação do mistério."


"Mágica é a arte do impossível, endereçado ao contínuo dilema humano de maneira artística. (...) Porque o mágico opera nas mesmas restrições e fronteira da humanidade, seu feito representa uma esperança para todos."

Estas são apenas pequenas anotações minhas do primeiro capítulo do livro. Não é meu intuito ser prolongado nos meus posts. Obrigado, Mr. Osterlind.



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The Principles of Magic - Richard Osterlind

Sunday, April 22, 2012

Daniel Dunglas Home (1833-1886) foi um espiritualista escocês, famoso por seus alegados poderes como médium e por sua relatada habilidade de levitar em várias alturas, esticar-se e manipular fogo e carvões em brasa sem se machucar. Ele conduziu centenas de sessões durante um período de 35 anos — às quais compareceram muitos dos mais conhecidos nomes da Era vitoriana.

Harry Houdini descreveu Home como "Um dos mais notáveis e louvados do seu tipo e geração" (o cético Houdini talvez tenha sido o maior expositor de fraudes de todos os tempos, sendo comparado apenas por Jamis Randi). Já  Robert Browning escreveu: "Porcaria de médium".  Sir Arthur Conan Doyle, que diz ter testemunhado a mediunidade de Home, detalhou os quatro tipos de mediunidade que Home possuia (ele acreditava que seu amigo Harry Houdini tinha realmente poderes mágicos, e escreveu um livro chamado "A Vinda das Fadas", em que atestava a autenticidade fotografias de Yorkshire... mas isso é outro post). Home tinha como arqui-inimigo John Henry (o primeiro mágico a tirar um coelho da cartola). Seu padrinho de casamento não era ninguém menos que Alexandre Dumas.

Home se envolveu em diversas situações controversas em sua vida pessoal e como médium, como tendo seduzido uma viúva de 75 anos, a Sra. Lyon, a o adotar e dar a ele dinheiro. Por isso foi preso e condenado pela justiça a devolver parte da soma que havia recebido.

Houve muitas especulações, e o relato de uma testemunha ocular, F. Merrifield, no Journal of Psychical Research, onde descreveram métodos de mágicos e fraude que Home pode ter empregado.


Um review do livro da primeira foto: The First Psychic.

Leia mais em An Encyclopedia of Claims, Frauds, and Hoaxes of the Occult and Supernatural da Jamis Randi Foundation: Home, Daniel Dunglas.
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D. D. Home - O Primeiro Paranormal

Friday, April 20, 2012

Meu amigo Andrély na 4º fase do programa de tv Portugal Tem Talento. Com esta apresentação, se classificou para a grande final.

É impossível não lembrar da frase: "Quem sabe faz ao vivo."

Isso é mágica de verdade.
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Mágico Andrély

Monday, April 16, 2012

Impressionante execução de Oil and Water

Sunday, April 15, 2012

Indiano é acusado de blasfêmia por explicar "Milagre"

Jefersom Duprado

Friday, April 13, 2012

Ontem (12/04/12), no Severyna, apresentei o que considero ter sido a minha melhor performance. Uma hora de show com sensação térmica de 40 minutos ;)

Além de atos clássicos, houve também: hipnose de palco com vários participantes, um momento tocante para a platéia (obrigado, Débora), e uma previsão concretizada pela mãe de um participante ao telefone.

Eu amo fazer o que eu faço. O contato caloroso do público, a surpresa, a emoção. Isso para mim é mágico.
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Show Ás de Espadas - Severyna

Wednesday, April 11, 2012

Um psicólogo e ilusionista britânico quer descobrir se é possível influenciar o conteúdo dos sonhos das pessoas.


Por isso, Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, em Hatfield, na Inglaterra, está convidando voluntários a participar de um experimento inusitado.
Os participantes baixam em seus telefones celulares um aplicativo criado especialmente para o experimento.

O programa reproduz sons agradáveis - como o canto de pássaros em florestas ou sons de ondas do mar banhando suavemente as areias de uma praia - enquanto a pessoa dorme.

O objetivo é tentar fazer com que ela tenha bons sonhos.

Em Massa

Wiseman lançou o experimento durante o Edinburgh International Science Festival, um festival de ciência em Edimburgo, na Escócia.

Ele espera que milhares de pessoas participem, mas em vez de recrutar voluntários, está convidando os interessados a baixarem o aplicativo e contribuírem para o seu "experimento de participação em massa".

O aplicativo, chamado 'Dream:ON', monitora os movimentos do usuário para saber se ela já começou a sonhar. A partir desse ponto, começa a tocar os sons.

Quando a pessoa deixa de sonhar, o aplicativo toca um alarme suave. Nesse ponto, o voluntário acorda e envia uma descrição de seu sonho para o arquivo do experimento, batizado de 'Dream Catcher' (em tradução livre, 'Capturador de Sonhos').

Ao apresentar seu experimento, Wiseman disse que uma boa noite de sono com bons sonhos melhora a produtividade das pessoas e é essencial para seu bem estar físico e psicológico.

Apesar disso, sabe-se pouco sobre como influenciar os sonhos, afirmou ele.

O psicólogo espera que seu experimento ajude a mudar tal cenário.

Wiseman, autor de bestsellers, pesquisa temas como a psicologia da sorte, da auto-ajuda, da persuasão e da ilusão.

Outro post sobre Richard Wiseman

Fonte: BBC Brasil
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Psicólogo lança projeto para testar se é possível influenciar sonhos

Monday, April 9, 2012

Sabemos que muitas artes modernas surgiram após a mistura de algumas modalidades distintas criando assim uma nova expressão. A mágica está passando por esse momento, será uma fase? Ou uma mudança que está por vir?

tpcards1Cada dia fica mais difícil encontrar mágicos “tradicionais” com cartola, varinha, fraque e coelhinho, além dos mágicos de rua que têm um estilo próprio já é possível encontrar os tipos: Palhaço-mágico ou Magic-clown; mágicos humoristas que mesclam stand up comedy e números de ilusionismo; palestrantes mágicos e mais alguns que devem estar perdidos por ai, rsrs.

Na minha opinião a arte precisa se atualizar mesmo, incorporar novas realidades e tendências para que não caia numa rotina, mas o que se deve tomar cuidado é com a descaracterização dessa arte, ou seja um mágico fazer mais piadas do que mágicas e dizer que é mágico (isso é só um exemplo).

Como entender essa mistura toda? O bom senso deve existir para que a mágica ganhe com essa junção e não seja minimizada por tendências que muitas vezes nem são tão belas assim, cada mágico possui um estilo, um jeito diferente e novo e isso que é o mais belo na mágica, toda essa variedade, mas deve-se cuidar para que o estilo não fique exagerado e acabe deixando confuso para as pessoas, como eu sei que muuuuitos mágicos prestigiam o blog gostaria de saber a opinião de vocês sobre isso para que possamos enriquecer o conteúdo.

Inclusive gostaria de agradecer a todos pois nesse mês de abril já passamos as 10 mil visualizações,aguardem que em breve teremos novidades por ai, muito obrigado pessoal.

Stand-up? Mágica? Clown? A mistura é válida?

Um conto mágico (com realidade aumentada)

Wednesday, April 4, 2012

O
Magic Troupe, Cláudio Mayrink e Nícolas Araujo, são extremamente originais em suas mágicas. Mágica moderna e humor num show inteligente. Recomendo fortemente o DVD deles, feito para o público em geral.
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Magic Troupe

Monday, April 2, 2012



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12 / Abril - Apresentação no Severyna

Sunday, April 1, 2012

Uma questão para o público em geral e para os amigos mágicos.

É importante a apresentação da mágica na mídia como na televisão? Parece uma pergunta idiota de mais, porém o motivo de estar tocando nesse assunto é que tenho visto no meio dos mágicos críticas sem fundamentos quando algum colega de profissão aparece na TV, são comentários inúteis e sem importância chega a soar como ciúme ou frustração por não estar lá.

censuraNa minha sincera opinião, quando um mágico é convidado para participar de um programa de TV num programa de variedades por exemplo, como Eliana, Programa do Jô, Domingo Legal ou qualquer outro é porque a intenção do programa é mostrar números de mágica, um momento de entretenimento de descontração tanto para o programa que convida quanto para os espectadores que assistem, ninguém quer saber se o mágico conhece corretamente as técnicas do ilusionismo, se ele está se comportando da forma “correta” ou qualquer besteira assim, o público quer ver o show que o mágico vai apresentar e não o seu conhecimento técnico.

Quando vamos ao médico a única coisa que queremos saber é se ele tem a resposta para a nossa enfermidade, não me importa se ele sabe qual o nome da bactéria que está no meu corpo, ou se ele está segurando corretamente os seus aparelhos. Não me importa a teoria mas sim a prática.

Existem colegas mágicos que parecem ser eternos julgadores, tudo que veem é motivo de julgamento sem noção, quando não acham o que julgar na mágica em si começam a falar que a roupa é inadequada, que o estilo não tem nada a ver. Calma lá gente, é mágica ou concurso de moda? E outra coisa, aonde está escrito qual o modo que o mágico deve ser, existe um padrão que eu não conheço?tv

Cada profissional sabe o estilo que vai adotar, com cartola, sem cartola, social, descolado, personagem, seja lá qual for… O bonito de toda arte é o individualismo e originalidade, a mágica não deve ser uma fôrma onde todos saem iguaizinhos, falando e atuando sempre do mesmo jeito.

Resumindo, quem paga o cachê do mágico é o público, ele que tem que gostar ou não, se cada um cuidar do seu trabalho com certeza iremos ganhar muito com isso, porque geralmente os que só reclamam e criticam são os piores.

Vamos apreciar mais a mágica e parar de se sentir o dono da verdade, um bom profissional reconhece o talento de seus colegas e não fica com medo da concorrência ou de ser comparado com o  “mágico da televisão”, o sol nasceu para todos, conquiste o seu espaço do seu jeito e pare de querer fazer sombra nos outros.

Claro que essa postagem é para uma minoria de PROFISSIONAIS que se acham os bam bam bam e se você se sentiu ofendido com ela deve ser porque provavelmente é um deles. E você? O que pensa de tudo isso, acham certo esses julgamentos maldosos, sem conteúdo nenhum, ou será que eu que estou malvado de mais, rsrsrs? Deixe o seu comentário pois ele é muito importante para o nosso crescimento profissional.

Mágicos censurados por mágicos